Doenças respiratórias crescem no outono e no inverno (Foto: Divulgação)

Saúde

É só mudar o tempo e diminuir a temperatura que as doenças mais comuns do Outono/Inverno começam a aparecer. Resfriados, gripes, rinites, pneumonias, alergias e asma estão entre as doenças que dão a cara nesta época devido não só à mudança de temperatura, mas também a fatores como maior umidade do ar, aumento da concentração de poluentes por causa da inversão térmica e a maior aglomeração de pessoas em ambientes fechados, situação que facilita a transmissão das doenças infecciosas.

Por isso, estar com a imunidade elevada e recorrer a medidas simples, como tomar sol e manter os ambientes arejados e limpos, pode ajudar, e muito, na prevenção destes males. “A imunidade depende de um conjunto de fatores  para se manter em equilíbrio. Entre os emocionais é importante evitar o estresse desnecessário e os descontroles emocionais. Já dentre os físicos podemos citar a atividade física regular, boa qualidade do sono e uma boa alimentação, com produtos menos processados, como frutas e verduras. Um cardápio variado e colorido ajuda o sistema imunológico, pois fornece diferentes nutrientes, essenciais para a manutenção da saúde”, afirma Fabricio Dias, médico da família e consultor da Weleda, empresa de cosméticos orgânicos.

O especialista destaca a luz solar, que faz a conversão da pré-vitamina D na genuína vitamina D, ativa em nosso organismo. “O sol contém raios ultravioletas, que são bactericidas para algumas bactérias causadoras de doenças, como o bacilo da tuberculose.” A exposição deve se dar antes das 10h e no final da tarde, depois das 16h, entre 15 e 30 minutos.

Além da alimentação e do sol regular, evitar o tabagismo e manter distância dos agentes alérgenos (poeira, ácaros, fungos e pelos de animais) são dicas para evitar as temidas doenças alérgicas, comuns nestas estações. Entre elas é possível citar asma, rinite e sinusite, que desencadeiam sintomas como falta de ar, coceira nos olhos, boca e nariz, coriza, espirros, tosse e peito com secreção.

“Esses alérgenos estão presentes na casa toda. É preciso manter o ambiente sempre limpo com um pano úmido. Eles também são comuns em colchões e travesseiros, locais que os ácaros costumam se reproduzir mais. A recomendação é usar capas antiácaros e manter o espaço sempre arejado. Além disso, evite ficar em locais com umidade, onde a proliferação de fungos é muito maior”, ressalta Julinha Lazaretti, especialista em Ciências Biológicas e Imunologia pela Universidade de São Paulo e sócia-diretora da Alergoshop. Há várias formas de se tratar as doenças alérgicas, mas, geralmente, o tratamento é feito com o uso de antialérgicos.

Gripe: vacinação previne contágio

Bastante contagiosa, a gripe costuma se proliferar nas estações mais frias do ano. Normalmente, um indivíduo infectado desenvolve os sintomas de três a cinco dias após ter tido o contato com o vírus, mas, neste período, já pode transmiti-lo. Durante a doença, que dura de sete a dez dias, a transmissão ocorre por meio das gotículas de secreção expelidas no ar pelo doente. “A vacina é a melhor e mais segura forma de se proteger contra o vírus influenza [causador da gripe]”, alertam Adriano Heleno Ribeiro e Thais Morais Pereira, farmacêuticos da rede de farmácias Extrafarma. Ações pontuais, como beber bastante líquido, lavar e higienizar as mãos com frequência, não compartilhar objetos de uso pessoal e evitar contato com pessoas que estejam com sintomas da doença reduzem o risco de contágio. Se surgirem os sintomas típicos da doença, a recomendação é consultar o médico para receber o tratamento adequado.

Confira as 10 dicas:

  1. Deixar o ambiente arejado, se possível com entrada de sol durante um período do dia;
  2. Limpar ambientes com pano úmido (não com aspirador ou vassoura);
  3. Colocar capas em colchões e travesseiros para evitar o contato com os ácaros;
  4. Usar produtos de limpeza para carpetes e tapetes para eliminar o ácaro existente;
  5. Manter a pele e as mucosas hidratadas;
  6. Beber muita água; 
  7. Evitar mudanças bruscas de temperatura;
  8. Alimentar-se bem para manter a imunidade boa e não piorar as alergias;
  9. Tomar sol por, pelo menos, 15 minutos por dia;
  10. Evite acumular objetos que possam reter poeira e desencadear alergias.
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Sintomas da doença podem confundir especialistas, o que leva à demora do diagnóstico final (Foto:Divulgação)

Saúde

Desde o ano de 2008, em mais de 70 países, o dia 28 de fevereiro é lembrado por ser o Dia Mundial das Doenças Raras. A estimativa é de que existam de seis mil a oito mil tipos destes males, incomuns, singulares, do tipo que, nem mesmo os médicos, veem todos os dias. Estima-se que 80% delas são decorrentes de fatores genéticos, estando os outros 20% associados a fatores imunológicos, infecciosos e ambientais.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), as doenças raras afetam até 65 pessoas em cada 100 mil indivíduos em todo o mundo. No Brasil, o número de casos chega a 13 milhões. “Estamos falando de milhares de doenças, com diferentes causas. O teste do pezinho detecta algumas delas, tais como fenilcetonúria, anemia falciforme e fibrose cística. O aumento do conhecimento sobre estas doenças está trazendo à rotina do raciocínio diagnóstico dos médicos problemas até então menos conhecidos, como doença de Gaucher, doença de Fabry, alfa-manosidose, entre outras”, afirma o pneumologista Carlos Eduardo Chueiri, diretor médico da Chiesi.  

Exame do Pezinho DIVULGAÇÃO

Exame do pezinho pode 48 patologias (Foto: Divulgação)

A dificuldade para se chegar ao diagnóstico correto e fazer o tratamento adequado em longo prazo torna a saga de quem possui uma enfermidade rara muito mais difícil. Recentemente, uma pesquisa do jornal científico The Journal of Rare Disorders (JRD) constatou que um paciente passa, em média, por 7,3 médicos e leva de cinco a seis anos até ter o seu diagnóstico fechado. Isso porque, muitas vezes, os sintomas que as doenças raras podem causar variam de pessoa para pessoa e podem se confundir com sintomas de outras moléstias mais recorrentes. “Um aspecto importante que deve ser levado em consideração é que as doenças raras apresentam sintomas multissistêmicos,ou seja, acometem vários órgãos ao mesmo tempo”, ressalta Chueiri. Por conta disso, o tratamento junto ao paciente deve ser multidisciplinar, envolvendo vários profissionais da saúde.

 

Corrida contra o tempo

Ana Lúcia Langer, pediatra e presidente da Associação Paulista de Distrofia Muscular, destaca que, quanto mais precoce for detectada a doença, melhor o resultado. Um dos exames primordiais é o teste genético. “Faz o devido mapeamento e isto é muito importante para dar qualidade de vida para o paciente”, reflete.

Como 80% das doenças raras tem origem genética, o geneticista é o especialista mais adequado para detectá­las e tratá­las. Porém, o médico de entrada desses pacientes muitas vezes são especialistas, como neurologistas, pediatras ou ortopedistas. Não existe cura para doenças raras. Em 95% dos casos, não existe um tratamento específico. Dos 5% que contam com tratamento, 2% necessitam de medicamentos órfãos. “A descontinuidade do tratamento compromete muito a qualidade de vida do paciente, trazendo limitações ao seu dia a dia”, diz o pneumologista Carlos Eduardo Chueiri.

Governo define prioridades

Em todo o Brasil, existem os centros de referência que são, oficialmente, habilitados pelo Ministério da Saúde como modelo no cuidado com doenças raras. O Estado de São Paulo conta atualmente com oito locais. Entre eles, pode­-se mencionar o Hospital das Clínicas de São Paulo da FMUSP e o ambulatório de especialidade da Fundação do ABC (FUABC).

A lista dos locais autorizados que são habilitados junto site do Ministério da Saúde, dentro do Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (SCNES).

Diante das dificuldades encontradas em todo o percurso, muitos recorrem ao auxílio de diversas associações. A Associação Brasileira de Doenças Raras (ABDR), por exemplo, auxilia aqueles que precisam agendar exames e necessitam, após receber o diagnóstico, do tratamento adequado.

“Como não temos junta médica, a associação recomenda que, inicialmente, o paciente vá até o posto de saúde ou ao hospital onde foi atendido até então e peça encaminhamento para ir ao geneticista. Caso haja dificuldades neste processo, o papel da associação é fazer a intermediação para que o diagnóstico, o tratamento e o acompanhamento sejam obtidos o mais breve possível”, diz Roberto Sales, da ABDR. Outra entidade importante é a Sociedade Brasileira de Genética Médica, especializada em doenças raras no Brasil.

Coceira, ardor e corrimento genital branco são sintomas da doença: (Foto: Divulgação)

Saúde

Queixa comum dentro dos consultórios ginecológicos, a candidíase vulvovaginal é causada por um fungo chamado Candida e é caracterizada geralmente por intensa coceira, corrimento genital e vermelhidão.

Apesar de fazer parte do organismo, este fungo, quando presente em quantidade elevada, desencadeia a infecção, que atinge cerca de 75% das mulheres. E isso pode ocorrer devido a fatores como desequilíbrio da flora vaginal, baixa imunidade e estresse.


“A Candida está no nosso organismo, às vezes, no trato gastrointestinal, e também fica no meio ambiente. Se nos contaminamos pelo trato gastrointestinal, o fungo, que está neste local, migra para a vagina. É comum termos o fungo também no meio vaginal e não sentirmos nada. Geralmente, os sintomas da candidíase só aparecem quando se tem uma queda na resistência, explica a Dra. Adriana Campaner, responsável pelo Ambulatório de Patologia Genital da Santa Casa de São Paulo.


Existem vários tipos de cândidas, mas a que costuma se manifestar com mais frequência é a Candida albicans, que apresenta os sintomas menos incômodos. Entre eles, estão coceira, ardor e vermelhidão na vulva e na vagina, odor e a presença de um corrimento branco, parecido com nata de leite.


Em algumas situações, também é possível que haja fissuras, que podem surgir por conta do ato de coçar. “Um exame diagnóstico e clínico vai avaliar as características da secreção e o pH da vagina”, descreve o Dr. Renato Oliveira, responsável pela área de Reprodução Humana da Criogênesis e coordenador da disciplina de Saúde Sexual e Reprodutiva da Faculdade de Medicina do ABC.


O tratamento da candidíase é feito com antifúngicos, que são ministrados via medicação oral e associados ao uso de um creme. Dependendo dos sintomas, o tratamento pode durar de um a sete dias.

Parece, mas não é

Nem sempre a coceira vulvovaginal está relacionada a candidíase. Se os sintomas da infecção aparecem mais de quatro vezes ao ano, o problema pode estar associado a outros agentes que desencadeiam sintomas semelhantes. “É preciso solicitar exames, fazer pesquisa das bactérias vaginais e um exame ginecológico adequado. Com isso, se chega à conclusão se a paciente tem mesmo, ou não, a candidíase e, caso a infecção se confirme, que tipo de Candida a está atacando”, explica a Dra. Adriana Campaner.

Segundo ela, neste caso, o tratamento é dividido em dois momentos: inicialmente é feito o tratamento de ataque, com comprimido e medicação vaginal para combater os incômodos sintomas. Depois vem o tratamento preventivo, que pode ser à base de comprimido ou creme vaginal. “Existem vários outros tipos de medicações para uso semanal – geralmente, na véspera da menstruação – para evitar que a Candida volte”, frisa a especialista.

Alimentação e higiene são aliadas para que a candidíase não retorne às mulheres

Quem quer passar longe da candidíase deve associar ao tratamento dois aliados imprescindíveis: alimentação e higiene. Açúcares, doces, gorduras e carboidratos (como pães e massas) devem ser evitados, pois aumentam a incidência da Candida no organismo.

Já a higiene deve ser realizada com sabonete íntimo e as lingeries lavadas à parte, somente com sabão de coco. “O ideal é evitar o sabão em pó e o amaciante, pois eles, geralmente, possuem na formulação uma substância chamada propilenoglicol, que pode causar alergia”, descreve Dr. Renato Oliveira, da Faculdade de Medicina do ABC.  

Evitar roupas apertadas, fazer atividade física e investir em uma alimentação saudável também são conselhos bem-vindos para quem quer se ver livre de uma vez por todas desse desconforto.

Doença possui diferentes tipos de manifestações

A região vulvovaginal não é a única a ser impactada pela candidíase. Ela também pode se manifestar em partes como boca, pele, sangue e garganta. Os homens também podem desenvolver a doença, apesar de ela ser mais recorrente em mulheres devido, principalmente, ao ambiente úmido e quente da região genital feminina.

O tratamento para a candidíase masculina também é feito com comprimidos via oral e pomadas antifúngicas. Vale lembrar que, apesar de também se desenvolver em uma região íntima, a candidíase não é uma doença sexualmente transmissível.

Segundo o ministro da Saúde, Ricardo Barros, números de casos em 2018 são menores do que os de 2017 (Foto: Cristina Indio do Brasil/Agência Brasil)

Saúde

O Instituto Evandro Chagas apresentou nesta quinta-feira (15), durante coletiva de imprensa no Ministério da Saúde, pesquisa que aponta que o mosquito Aedes albopictus, conhecido como Tigre Asiático, está suscetível ao vírus da febre amarela em ambiente silvestre ou rural. Mosquitos infectados foram capturados, no ano passado, em áreas rurais próximas aos municípios de Itueta e Alvarenga, em Minas Gerais. O instituto é vinculado à Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde.

Diretor do Evandro Chagas, Pedro Vasconcelos explicou que, se houver transporte do inseto para áreas urbanas, o mosquito pode vir a servir de vetor de ligação entre os dois ciclos possíveis da doença no Brasil: o ciclo urbano, que não tem sido mais registrado no país desde a década de 40, e o silvestre, que é o responsável pelas transmissões atuais. Essa possibilidade, no entanto, ainda não está confirmada.

“Em princípio, é uma evidência. A gente não pode falar em risco ainda pelo encontro do vírus nesse mosquito Aedes albopictus. Ele é um mosquito que, por sua filogenia, é mais silvestre que urbano ou periurbano. Como ele se adapta bem às áreas florestais, ele pode ter sido infectado por macacos, mas não se sabe ainda qual é a capacidade vetorial dele”, afirmou Vasconcelos.

Agora, o instituto deve trabalhar na avaliação dessa capacidade, pois apenas a presença do vírus não significa que o Aedes albopictus tenha adquirido o papel de vetor da febre amarela. Também será estudado, nos próximos dois meses, se mosquitos do gênero continuam apresentando presença do vírus nas cidades mineiras inicialmente investigadas.

A possibilidade desse mosquito atuar como transmissor intermediário já era investigada, dado que papel semelhante é exercido por várias espécies de Aedes na África, continente que ainda registra também a febre amarela urbana. “O encontro do vírus no mosquito, por si só, não autoriza a ninguém a afirmar que ele seja um transmissor da febre amarela, porque vários mosquitos são encontrados na floresta infectados, mas somente o [Aedes] haemagogus e sabethes é que são os transmissores da febre amarela silvestre”, de acordo com pesquisas já confirmadas.

O ministro Ricardo Barros avaliou que a descoberta “mostra que temos sido diligentes na busca de fatos novos e de entender por que houve aumento de casos [de febre amarela] no ano passado”. Para ampliar o escopo do estudo e a capacidade de avaliação, o ministério aprovou a realização de uma força-tarefa de captura de mosquitos em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia.

“Nós esperamos ter o cuidado e a cautela, como tivemos sempre, de averiguar todas as possibilidades, para que nós possamos controlar todos os episódios de febre amarela no Brasil”, acrescentou Barros. Ele também destacou a importância de a população manter-se vigilante e no combate ao já conhecido Aedes aegypti, que até as primeiras décadas do século 20 foi responsável por transmitir a febre amarela no ambiente urbano.

Número de casos

Na coletiva, o ministro descartou a ocorrência de epidemia de febre amarela neste momento e reiterou que não há registro de febre amarela urbana. O número de casos da doença é, inclusive, menor do que no ano passado. Entre 1° de julho de 2017 e 15 de fevereiro de 2018, foram 407 casos confirmados no Brasil. Em São Paulo, foram 118 até hoje; no Rio, 68; e no Distrito Federal, 1. No mesmo período do ano passado, foram 532 ocorrências.

Quanto aos óbitos, até agora foram 118, contra 166 no mesmo período de 2017. “Nós temos tido menos casos e menos óbitos do que no ano passado. Isso demonstra que as medidas preventivas foram adequadas”, apontou Ricardo Barros.

Mudanças impostas pelo Estado de São Paulo prejudicaram crianças autistas (Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil)

Opinião

A insensibilidade do governo estadual ao impor exigências sem diálogo prejudicou mais de 2,5 mil alunos autistas de escolas conveniadas. Ao alterar edital às vésperas do início do ano letivo, o governador Geraldo Alckmin condicionou o repasse de recursos sem garantir o devido tempo para estabelecimentos se readequarem.


As mudanças desrespeitaram e afetaram alunos, pais e unidades credenciadas. Publicado no final de janeiro, algumas escolas não puderam retomar as atividades. Entre as justificativas para melhorar a estrutura e cumprir orientação do Tribunal de Contas do Estado, ficou a dúvida sobre o propósito em cortar o atendimento às crianças especiais.


Pais, educadores e apoiadores se manifestaram contra as medidas e a interrupção de aulas e atividades multidisciplinares e pediram a revogação do decreto. Decisão da Justiça determina que o Governo garanta o transporte e pagamento às conveniadas, entre R$ 1,2 mil e R$ 1,7 mil por aluno, conforme o tempo de permanência.


São apenas 25 escolas conveniadas e o Governo não pode prejudicar o atendimento. Ninguém é contra o avanço da qualidade. Mas aulas adequadas, atividades individuais, rotina escolar e a contínua preparação de autistas para sua autonomia são fundamentais. Não podem ser interrompidas abruptamente sob qualquer pretexto.


A necessidade de educadores especializados, uniforme, alimentação, material escolar e de higiene precisa de um repasse justo. Exigir, sem contrapartida do Estado, só deixa o aluno autista desassistido. Todo tratamento tem métodos e procedimentos específicos elaborados por uma equipe multidisciplinar para o desenvolvimento progressivo.


O Governo mostra a visão rasa sobre os aspectos socioeducativos. Como sempre, apega-se às questões burocráticas para se justificar e interdita e viola direitos, sem propor um sistema educacional público e inclusivo, com o qual educação, terapias e convivência universal com as diferenças sejam garantidas a todos alunos.

*Edmilson Souza é professor de História, educador e vereador em Guarulhos

Vacina é a única garantia de imunização contra a febre amarela (Foto: Lucas Dantas)

Cidade

Após registrar a morte de macacos por febre amarela na divisa entre as regiões Sul e Oeste da capital paulista, a prefeitura decidiu ampliar, a partir desta quarta, 07, a vacinação contra a doença para os distritos do Itaim-Bibi e Morumbi. 

As mortes dos animais aconteceram no início de fevereiro nos distritos de Santo Amaro e Campo Grande, na Zona Sul, que já estavam incluídos na atual fase da campanha de imunização. Como Itaim e Morumbi estão próximos dos endereços onde os macacos foram encontrados mortos, os locais foram adicionados à campanha.

A ação será realizada em três Unidades Básicas de Saúde (UBS) dos distritos: Real Parque, Dr. José de Barros Magaldi e Meninópolis. Os interessados deverão procurar as unidades e retirar uma senha.

A Secretaria Municipal de Saúde também ampliou a imunização para o distrito de Vila Matilde, na Zona Leste, pela proximidade com o Parque do Carmo, onde também houve mortes de macacos. Pelo menos 125 animais já tiveram o diagnóstico confirmado da doença na Capital desde outubro do ano passado.

Atriz foi um dos principais nomes do humor da Globo nos anos 90 e 2000 (Foto: Reprodução/Facebook)

Fora dos Trilhos

Convivendo há anos com esclerose múltipla, a atriz e comediante Claudia Rodrigues voltou a ser internada, ontem, no centro médico Cevisa, em Engenheiro Coelho (SP) após complicações da doença. Ela teve falta de audição e visão e ainda falou algumas coisas desconexas e precisou ser internada às pressas.


Em entrevista ao portal UOL, a empresária da artista, Adriane Bonatto, informou que Claudia sofreu um surto e não conseguia nem caminhar. De acordo com ela, não há previsão de alta para a atriz. Em junho, ela foi internada para tratamento de reabilitação de células-tronco e só foi liberada em janeiro.


A carreira de Claudia é bastante conhecida, já que ela foi um dos principais nomes dos programas de comédia da Globo. Ela passou, por exemplo, por “Sai de Baixo”, “Escolinha do Professor Raimundo” e “Zorra Total”. Além desses, ela foi protagonista na série “A Diarista”, entre 2004 e 2007.

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Astro da Dinamarca, Eriksen marcou um golaço, mas viu sua seleção ceder o empate (Foto: Reprodução/ Instagram Associação Dinamarquesa de Futebol landsholdet)

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Título alemão sacramentou hegemonia das seleções europeias (Foto: Wilton Junior/AE)

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Atacante marcou em seu 100º jogo com a camisa uruguaia (Foto: Reprodução/Instagram/aufoficial)

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