Futuras mamães devem se preocupar com a alimentação correta do bebê (Foto: Divulgação/Pixabay)

Saúde

“Como será que vai ser o rostinho dele? Será que vai parecer mais com o pai ou com a mãe? Não vejo a hora de nascer para esta dor acabar.” Estas são frases que começam junto com a gravidez e tomam um espaço ainda maior dentro da cabeça das futuras mamães por cerca de 40 semanas.

Cada mãe tem uma reação diferente e cada gravidez é única. De acordo com algumas mães, conforme a gravidez evolui a ansiedade cresce junto. “No meu caso ainda não caiu a ficha, a não ser quando o bebê mexe. Aí dá uma ansiedade infinita”, contou a professora Camila Galter, que espera por duas meninas gêmeas: Helena e Heloísa.

Danielle Rodrigues Pereira também espera o primeiro filho, Jorge.  “É um poder que não consigo explicar, um sentimento de sou capaz, sou mulher”, relatou a futura mãe. Já Cristiane Pires Muniz espera a primeira filha, mas já é mãe do menino Enzo, de quase dois anos. “Desta vez, é uma menina, então, é diferente. Estive sempre acostumada com menino”, contou. 

Segundo a obstetra Débora Oria, nestes momentos finais, dois fatores são importantes. “É preciso pensar no parto e na amamentação. O aleitamento correto é uma informação que as mães sempre deixam escapar”, alertou.  

 Clara Galter

“Foi num exame de rotina, num ultrassom, que descobri que estava grávida. A surpresa aumentou uma semana depois, quando soube que são gêmeas. Estou com meu marido há 16 anos, foi meu primeiro namorado, ele também é pura ansiedade.”

 Danielle Rodigues

“Tudo acaba sendo muito novo. Os sentimentos, medos, alegrias a cada chutinho, a cada ultrassom. Os hormônios não ajudam muito nesta fase. É tudo muito mágico e incrível. A vontade de ter ele nos braços com saúde é maior que tudo.”

 Cristina Pires Muniz

“Esta é minha segunda gravidez. Desta vez é uma menina e está sendo uma gestação totalmente diferente da primeira, com muito mais dores. Não vejo a hora de nascer. O meu filho parece muito com meu marido, mas quem sabe a menina não pareça mais comigo.”

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Mãe é sinônimo de amor (Foto: Anya Colman/FEAES/Fotos Públicas)

Opinião

No próximo domingo, dia 13 de maio, vamos celebrar o Dia das Mães em todo o Brasil. Além das comemorações e das festividades tradicionais, a data é um momento extremamente importante para lembrar e fazer uma reflexão a respeito daquela que é a pessoa mais importante na vida de cada um de nós e o seu papel em nossa sociedade.


Sou do tempo em que tínhamos a sagrada virtude de pedir a bênção da mãe ao acordar e à noite, antes de dormir. Um costume que, infelizmente, vem perdendo o seu espaço em nossa sociedade, principalmente em razão dos modismos culturais de hoje em dia e do relativismo moral, que a todo momento tenta banalizar a família brasileira.


Todavia, o amor materno é muito superior às ciladas que nos cercam a todo instante. E neste domingo novamente teremos a oportunidade de declarar e sacramentar o nosso amor pelas nossas mamães. A família é a célula fundamental da nossa sociedade, e a mãe é um dos pilares da nossa existência. Sem ela não há vida, não há sociedade, não há amor verdadeiro sobre a terra.


A presença da mãe no seio das famílias, no centro da nossa sociedade, sempre foi e sempre será a maior demonstração do amor de Deus em nossa existência. Muitas são mães e pais ao mesmo tempo, trabalhadoras, guerreiras, esteio das famílias, exemplo de luta e de vitórias. Mãe é doação, o princípio de tudo, a expressão máxima do amor no mundo. Um sacrário de sabedoria onde o afeto e o perdão são onipresentes. Nesta data especial, abrace forte aquela que lhe deu a vida. Lembre-se de que o seu carinho, respeito e reconhecimento valem muito mais que mil presentes.


Ser mãe é uma das maiores dádivas que Deus também me concedeu ao me presentear com três maravilhosos filhos, Rodrigo, Diogo e Stephanie. Com isso, posso, com propriedade, afirmar que, desde a Criação, o amor materno permanece como a grande força que nos conduz e que nos ilumina com o seu exemplo, carinho e dedicação.


Deixo aqui registrado o meu mais profundo respeito, carinho e admiração às nossas queridas mamães. Desejo a todas um feliz Dia das Mães, sob as bênçãos e a proteção de Deus, sempre.

*Célia Leão é deputada estadual pelo PSDB/SP

Tenista teve problemas após dar à luz (Foto: Reprodução/ Facebook)

Esporte

A tenista norte-americana Serena Williams escreveu uma coluna para o site da emissora CNN sobre as dificuldades que teve no pós-parto da sua filha Alexis Olympia, que nasceu em setembro de 2017. Segundo Serena, ela teve uma gravidez tranquila, mas quando estava em trabalho de parto teve que fazer uma cesárea de emergência quando os batimentos cardíacos da sua filha caíram drasticamente.

Ela conta que aí começaram as complicações. Cerca de 24 horas após o parto, Serena foi diagnosticada com embolia pulmonar, que é quando um coágulo de sangue se aloja no pulmão, problema que ela já havia enfrentado anteriormente. A tosse recorrente por causa da embolia fez com que os pontos da cesárea dela estourassem e, por isso, foi necessária uma nova cirurgia para fechar o corte. Ela então fez uma segunda cirurgia para prevenir a formação de novos coágulos pulmonares e teve de ficar seis semanas de repouso para evitar que seu sangue ficasse grosso.

A tenista aproveitou a coluna para falar que ela é uma afortunada porque teve direito aos melhores médicos e hospitais, mas que mulheres negras nos Estados Unidos têm três vezes mais chances de morrer por conta de complicações no parto do que outras mulheres. Também mostrou um dado da Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) que mostra que 2,6 milhões de recém-nascidos morrem anualmente no planeta logo após o parto, e 80% dessas mortes poderiam ser prevenidas.

Serena pediu para que as pessoas façam doações para entidades que protegem mães e recém-nascidos e pressionem os governos locais para que criem condições melhores para que mulheres possam dar à luz de forma digna, assegurando que os bebês não morram precocemente.

Mãe da apresentadora sofria com Mal de Parkinson (Foto: Reprodução/Instagram)

Fora dos Trilhos

A mãe da apresentadora Xuxa Meneghel, Alda, morreu nesta terça-feira, 8, aos 81 anos. Ela sofria do Mal de Parkinson há pelo menos 10 anos. A informação foi confirmada pela assessoria da apresentadora.

Xuxa vinha compartilhando mensagens no Instagram com os fãs, pedindo energias positivas para a mãe. Alda lutava contra o Parkinson em estágio avançado e, em 2016 sofreu dois Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC).

Os fãs da apresentadora estão prestando solidariedade à Rainha dos Baixinhos nas redes sociais. No Twitter e no Instagram, diversas pessoas enviaram mensagens de força para a apresentadora, que vinha levando ao público o estado de saúde delicado da mãe. "Se pudesse, daria alguns anos da minha vida para vê-la sem dor", disse Xuxa em um vídeo postado em seu Instagram no início deste ano.

Mãe afirma que poderá visitar filha quando quiser (Foto: Arquivo pessoal)

Mundo

A menina Gabriella Boutros, 13, sequestrada em 2010 pelo próprio pai e levada ao Líbano, decidiu ficar no país asiático. A mãe, Claudia Dias de Carvalho Boutros, 39, ganhou, no ano passado, na Justiça a guarda da garota.

Em entrevista ao G1, ela disse que Gabriella só quer vir ao Brasil quando terminar os estudos. “Ficou acertado que minha filha passará as férias escolares comigo e depois retornará ao Líbano”, contou.

Desde 28 de dezembro, elas passaram por um processo de readaptação, já que ficaram distantes por sete anos. A menina fala árabe e inglês, o que dificulta a comunicação com a mãe. De acordo com Claudia, ela pode ir visitar Gabriella quando quiser.

Em 2010, o pai, Pedro Boutros, 42, se separou da mãe da menina, quando perdeu na Justiça a guarda da garota. Ele fugiu com Gabriella no mesmo ano e passou a ser procurado pela Interpol, mas o Líbano não é signatário da Convenção de Haia, o que impediu a prisão do homem e a repatriação da menina.

Em outubro de 2017, a Corte de Trípoli atendeu ao pedido feito pela defesa de Claudia e reconheceu que ela deveria ter a guarda de Gabriella. Ela viajou ao Líbano e ficou dois meses com a garota.

Movimento #VoltaPinheiros quer conversar com autoridades (Foto: Guilherme Lara/A2 Fotografia/Fotos Públicas)

Cidade

Dois emojis infláveis simulando a escremento boiando no Rio Pinheiros chamaram a atenção das pessoas que passaram pela Marginal na última terça-feira, 6.  A iniciativa foi do movimento #VoltaPinheiros, liderado pelo publicitário Marcelo Reis. Segundo ele, a ideia surgiu durante uma viagem a Nova York e a ação foi feita na madrugada “para o dia clarear com a surpresa”. 

A intenção de Reis era chamar a intenção das autoridades para a situação do rio. Apesar da poluição e do odor nas águas do Pinheiros, o publicitário disse acreditar que ele possa ser navegável em três anos. 

“Falar que rio pode ser limpo a ponto de ficar sem cheiro e navegável em três anos é uma realidade. Por isso, acreditamos na criação de comitê gestor formado pelas autoridades responsáveis, ambientalistas, engenheiros, ONGs, empresas privadas, cientistas, universidades, afim de elaborar um projeto, com reuniões mensais e com informações abertas na internet, para que dê início a revitalização do rio”, afirmou Reis. 

Questionada pela reportagem sobre a possibilidade de o Pinheiros ser navegável em 2021, a Empresa Metropolitana de Águas e Energia (Emae), responsável pelo rio, declarou que criou um Grupo de Trabalho com a finalidade de propor alternativas para a despoluição do Rio Pinheiros.

"Foram testadas tecnologias capazes de promover melhoria da qualidade do rio. Seis tecnologias obtiveram resultados positivos, melhorando o nível de oxigênio nas águas e reduzindo substancialmente o odor. Devido à crise econômica, atualmente, está sendo estudada uma forma de viabilizar o projeto com a participação da iniciativa privada", respondeu a Emae. 

"Paralelamente, a Sabesp tem investindo na ampliação da coleta e tratamento de esgoto por meio do Projeto Tietê. Na região do Morumbi, já foram instalados os interceptores, margeando o rio Pinheiros, que enviam o esgoto para tratamento, evitando que o mesmo chegue ao rio", continuou. 

"Também faz parte da manutenção do Rio, o trabalho de desassoreamento realizado pela Emae. Somente em 2017, foram retirados 115 mil metros cúbicos de material assoreado. Esse trabalho é fundamental para que não haja acúmulo de sedimentos, contribuindo pra a fluidez da água e evitando transbordamentos", concluiu a empresa, sem deixar claro se o prazo estipulado por Reis é plausível. 

Repercussão

O ato de colocar os infláveis em forma de cocô no Rio teve muita repercussão entre os internautas. “Durante uma viagem a Nova York me deparei com diversas instalações pela cidade. Nem sempre protesto, mas obras de arte e provocações a reflexão. Isso ficou muito vivo na minha mente. E quando pensamos em alguma ação de mobilização social que tivesse impacto para as pessoas e que pudesse ser compartilhada pelas redes sociais, nenhuma imagem é melhor do que o emoji de cocô, que já está na cultura digital. Trouxemos ele para o rio e as pessoas o levaram para as redes”, explicou Reis.

Além dos cocôs, o movimento também expôs uma faixa na ponte Cidade Jardim, pedindo para o governador Geraldo Alckmin dar atenção à limpeza do rio.

No entanto, apesar da visibilidade das ações, nenhuma autoridade procurou o #VoltaPinheiros para comentar o protesto. “Não tivemos retorno nem procura de nenhuma autoridade após os infláveis. Mas conseguimos a atenção da população, que é de enorme importância para que consigamos pressionar ainda mais os políticos e autoridades responsáveis”, destacou Reis. 

Inclusive, ele acredita que, por ser um ano eleitoral, será mais difícil alguém se manifestar. “Estão se omitindo, mas é exatamente nesse momento que eles deveriam abraçar esta causa tão importante para São Paulo”, argumentou.

Não é a primeira vez que o movimento protesta contra a situação do Pinheiros. No mês passado, a ação foi enviar cerca de 50 kits para a Câmara Municipal, Prefeitura e ao Governo.

O kit tinha uma almofada de emoji de cocô e uma mensagem: “Esta almofada é um confortável presente para quem consegue dormir com o Rio Pinheiros desse jeito.”

Depois da provocação, o movimento conseguiu se reunir com autoridades da Sabesp, da Emae, Prefeituras Regionais e vereadores. Doria e Alckmin, no entanto, nada falaram sobre o assunto.

 

Bailarina afirma que está ansiosa para retornar ao trabalho (Foto: Neto Soares / MF Press Global)

Fora dos Trilhos

A bailarina Ivi Pizzott, do "Domingão do Faustão", fez seu primeiro ensaio fotográfico após o nascimento de sua filha Kali, fruto do relacionamento com o ator Luís Navarro, que, recentemente, participou da novela "Pega Pega", na Globo.

Exibindo uma ótima forma, mesmo dando à luz há apenas um mês, Ivi recusou o uso de Photoshop para melhorar a aparência. "Foi o meu primeiro ensaio depois da gravidez, um mês pós-parto, e não quis usar Photoshop e nenhuma edição", destacou. 

"Quero mostrar como estou, de verdade, sem mascarar nada. Mostrar a maternidade real", exaltou a bailarina.

Ivi declarou que agora pode dar uma atenção maior ao seu corpo. Porém, a prioridade é a bebê. Ela ainda admitiu que está ansiosa para voltar ao palco do programa dominical na Globo. 

"Agora já posso cuidar do corpo pois saí do resguardo, mas as prioridades mudam. Vou cuidar dela sempre em primeiro lugar. Não vou negar que estou ansiosa para voltar ao trabalho, mas agora penso mais em ter saúde do que ter corpão. Até porque ainda não posso fazer dietas pois estou amamentando", finalizou a bailarina que está de licença do "Domingão do Faustão".

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