Recrutador pode descobrir eloquência dos candidatos por vídeo (Foto: Divulgação)

Economia

A inteligência artificial agora é uma aliada para quem busca emprego e para quem pretende empregar. A Jobecam é um sistema on-line criado para gerenciar currículos em vídeo que ficam armazenados e, por meio de algoritmos, a inteligência artificial avalia o conteúdo com base nos interesses dos recrutadores e encaminha os perfis com mais proximidade ao que é desejado.

O sistema conta com mais de 17 mil usuários e mais de 90 empresas de médio e grande porte. Segundo a fundadora Camila Yochabell, a ideia surgiu há dois anos, quando ela percebeu não existir algo que reunisse currículos no formato de vídeo. “O currículo tradicional não mostra a essência do candidato”, explicou.

Segundo ela, a Jobecam elimina gastos como o transporte e alimentação para uma entrevista de emprego.
O interessado pode acessar o site https://jobecam.com/login e fazer seu vídeo currículo de 30 segundos gratuitamente. Se houver interesse de alguma empresa, ele será notificado e gravará um novo vídeo com respostas a questões dos recrutadores.

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O índice de desemprego não alterou muito em relação ao último trimestre (Foto: Camila Domingues/Palácio do Piratini)

Economia

A taxa de desemprego ficou em 12,2% no trimestre encerrado em janeiro, o que representa 12,7 milhões de pessoas desocupadas. O índice é estável na comparação com o trimestre anterior, de agosto a outubro de 2017.

Os dados estão sendo detalhados nesta quarta-feira, 28, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulga a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua - Pnad Contínua. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, entre novembro de 2016 e janeiro de 2017, a taxa apresentou queda de 0,4 ponto percentual.

A população desempregada ficou em 12,7 milhões de pessoas e o nível de ocupação no país é de 54,2%, num total de 91,7 milhões de pessoas. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, houve aumento de 2,1% no nível de ocupação, com 1,8 milhão a mais de pessoas.

Também na comparação com o trimestre móvel de novembro de 2016 a janeiro de 2017, o IBGE mostra que houve queda de 1,7% no número de trabalhadores com carteira assinada, o que corresponde a 562 mil pessoas. Os empregados sem carteira assinada subiram no período 5,6%, abrangendo 581 mil pessoas.

aumento nas contratações foi puxado, principalmente, pelo setor de veículos automotores, reboques e carrocerias

Economia

As vagas abertas pela indústria de transformação paulista no primeiro mês deste ano foram quase quatro vezes superiores à média registrada nos meses de janeiro nos cinco anos anteriores. O saldo de admissões somou 10,5 mil empregos, enquanto a média nesse período entre 2005 e 2017 havia atingido 2,8 mil. Esse foi o melhor desempenho já obtido em um mês de janeiro desde 2012, segundo a Pesquisa de Nível de Emprego da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp / Ciesp).

No entanto, comparado a dezembro último, houve pequena elevação de apenas 0,5%. Esse aumento nas contratações foi puxado, principalmente, pelo setor de veículos automotores, reboques e carrocerias, com a oferta de 2.939 postos, seguido de confecção de artigos do vestuário e acessórios, com 2.123, e produtos de minerais não metálicos, com 1.426. De um total de 22 setores pesquisados, 16 ampliaram o quadro de pessoal.

Entre as empresas que efetuaram cortes estão as dos setores de produtos químicos (694), de produtos de madeira (273) e de impressão e reprodução de gravações (155).

Para o segundo vice-presidente da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho, esse resultado “demonstra a consistência do processo de crescimento da economia”. Para Roriz Coelho, o desempenho está em sintonia com o aumento da produção, em 2017, que atingiu 3,4%.

A região de São João da Boa Vista foi a que apresentou o maior avanço, de 3.01%, com destaque para o setor de produtos de minerais não metálicos e máquinas e equipamentos. Na sequência da lista de regiões que mais admitiram pessoal aparece Mogi das Cruzes (2,42%), com a melhoria dos setores de produtos têxteis e veículos automotores e autopeças e Araraquara (2,07%), onde as chances de emprego cresceram nas empresas de produtos têxteis e confecção de artigos do vestuário.

Brasil tem mais de 13 milhões de desempregados (Foto: Camila Domingues/ Palácio Piratini)

Opinião

Ainda não é oficial, mas o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 1% em 2017. O cálculo não é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgará seus números apenas em 1º de março. É da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que mensurou a riqueza produzida no País, no ano passado, em R$ 6,51 trilhões. Esse pequeno avanço soa como uma música angelical, uma vez que a economia nacional vem de dois anos seguidos (2015 e 2016) em retração.


A matemática econômica nem sempre merece a atenção de boa parte dos brasileiros. Mas, de uma forma simplista, um ano de avanço, depois de dois em marcha ré, é bastante significativo, principalmente para os mais de 13 milhões de pessoas que aguardam sua vez na fila do emprego. Atualmente, segundo uma pesquisa feita pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), mesmo com esse aspecto positivo, o tempo médio de recolocação no mercado de trabalho, em 2017, foi de 14 meses, o que representa uma eternidade para a massa que convive com o problema. E, de novo, ainda com o aumento do PIB, o número de desempregados aumentou em 1,5 milhão no ano passado.


De qualquer forma, um fator está atrelado ao outro. Assim, a percepção de mudança começou a ser sentida já nos derradeiros meses do ano. No último trimestre, por exemplo, o avanço do PIB se acentuou (2,3% a mais em relação ao anterior) e o número de desempregados diminuiu 5% (650 mil pessoas a menos). E os bons ventos seguem em 2018. A quantidade de vagas abertas pela indústria de transformação paulista no primeiro mês deste ano foi a melhor desde 2012, com saldo de 10,5 mil admissões. Só para efeito de comparação, a média do período entre 2005 e 2017 foi de apenas 2,8 mil. É um bom indício. Assim, se 2017 já pode ser chamado de o ano da retomada do crescimento econômico, o corrente pode representar um caminho para a consolidação deste processo, algo que o brasileiro sempre espera, mas que, normalmente, se vê obrigado a conviver em uma gangorra cheia de altos e baixos.

70% dos que pensam em cursar novamente, não estão satisfeitos profissionalmente (Foto: Divulgação)

Nacional

Começar um segundo curso universitário significa voltar para as salas de estudo e, assim como foi na primeira vez, se preparar para estudar muito, fazer trabalhos em grupo e ainda construir outro Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Mas, segundo especialistas, é preciso ter cuidado e avaliar as possibilidades.

Segundo a consultora, empreendedora e coach Simone Ayoub, 70% das pessoas que procuram cursar uma segunda graduação têm interesse em mudar de carreira, enquanto os outros 30% querem apenas somar conhecimento para a atual profissão. “Uma segunda graduação, geralmente, vem quando o profissional percebe que a primeira graduação não tem mais sentido para a carreira”, falou a especialista.Simone alerta que é necessário ter consciência antes de escolher o novo curso. “É importante avaliar bem. O conhecimento é importante, mas é algo que tem que vir acompanhado de uma realização”, disse. 

A psicóloga e coach Leila Martins concorda com as afirmações de Simone. “É preciso saber quais são as próprias fortalezas e quais são as próprias fraquezas. Hoje temos outras maneiras de mudar de carreira sem a necessidade de fazer uma outra graduação. Existem cursos, pós, certificação, uma série de outros caminhos para outra carreira”, afirmou a profissional.

As especialistas também acreditam que tudo depende muito do setor de atuação. “Se a pessoa fez humanas e quer fazer exatas, se ela fez Direito e quer ser engenheira, ela vai ter que fazer em uma nova faculdade. Mas, antes de fazer isso, ela precisa fazer um autoconhecimento para saber se ela tem as competências para assumir esta outra profissão. É imprescindível”, disse.

Salário é de $ 3.113 (Foto: Divulgação/metrosp_oficial)

Cidade

A Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) está com inscrições abertas para o concurso referente a oito vagas de oficial de logística almoxarifado I, das quais uma é reservada para pessoa com deficiência. O salário inicial para o cargo é de R$ 3.113. O contrato é válido por um ano com possibilidade de renovação para o mesmo período.

Para participar é preciso ter cursado o ensino médio e ter carteira nacional de habilitação (CNH) categoria B ou superior.  Além do salário, os contratados terão direitos aos benefícios de auxílios refeição e alimentação, bilhete de serviço, plano de saúde, previdência suplementar e seguro de vida em grupo (os últimos três são opcionais) 

A prova será composta por 60 questões de múltipla escolha de português, informática, matemática e raciocínio lógico e conhecimentos específicos. O teste deve ser realizado no dia 8 de abril e os locais das provas serão divulgados pela organizadora do processo de seleção.

As inscrições para o processo seletivo estão abertas desde o dia 6 de fevereiro e se encerram em 6 de março. O cadastro pode ser feito site da Fundação Carlos Chagas – www.concursosfcc.com.br. O valor da taxa é de R$ 65. 

Alguns modelos de drones até parecem brinquedos. Os veículos aéreos não tripulados foram desenvolvidos originalmente para funções militares, mas hoje são usados principalmente por fotógrafos e cinegrafistas para, graças às câmeras acopladas a estas máquinas, conseguirem imagens aéreas. Em São Paulo, existem 4.500 destes aparelhos, sendo 24 mil em todo País. No entanto, embora possam ser confundidos com as peças de aeromodelismo, que tanto atraem as crianças, os drones são coisa séria, como demostrou o incidente de domingo no aeroporto de Congonhas, na Capital. O ato resultou em 34 voos cancelados e desviados, superlotação e impactos sentidos até ontem de manhã.

Se foi o primeiro incidente do tipo em um grande aeroporto brasileiro, pode-se esperar que não será o último. No Reino Unido, foram reportados 70 casos de drones sobrevoando a região do aeroporto de Heathrow em situação de quase-acidente, em 2016. Nos EUA, os números são mais assombrosos. Segundo a Federal Aviation Administration (FAA) foram avistados 1.274 destes aparelhos próximo às instalações de tráfego aéreo, apenas entre fevereiro e setembro do ano passado. Portanto, é preciso se precaver e buscar medidas que se interponham a práticas irresponsáveis ou mal-intencionadas.

Legislação já existe desde maio deste ano, quando a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovou o regulamento para o uso de drones, que sujeita aqueles que o desrespeitam a processo administrativo, civil e penal. Nos Estados Unidos e Reino Unido também têm leis sobre a questão e lá, apesar da seriedade do Judiciário e da dureza das punições, não faltam infratores, como os números demonstram. Portanto, lei não é o problema. O que falta é investir em um sistema de defesa antidrone, que permita eliminar estes aparelhos, que, quando usados irresponsavelmente, podem colocar em risco centenas de vidas. Lá fora, já vêm sendo testados faz algum tempo aparelhos que enviam sinais de interferência evitando a aproximação de drones aos aeroportos. Portanto, que nossas autoridades competentes não esperem o pior para se mexerem.

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