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Obras do Metrô em Salvador feitas pela Andrade Gutierrez. Atualmente, a empreiteira está devendo credores internacionais (Foto: Divulgação/www.bancodeimagensag.com.br)

Economia

As seis maiores empreiteiras brasileiras, que já dominaram os megaprojetos de infraestrutura do País, perderam R$ 55 bilhões em faturamento desde 2015. Odebrecht, Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa, Queiroz Galvão, Mendes Júnior e Constran (da UTC) tiveram suas receitas reduzidas a um quarto nesse período - de R$ 77 bilhões para R$ 22 bilhões. A rápida deterioração financeira dessas construtoras é reflexo da crise econômica do País e do envolvimento delas na Operação Lava Jato. ...

Colocar os gastos e ganhos na ponta da caneta ajuda a se organizar e ainda evita prejuízos (Foto: Reprodução/PX Here)

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A busca pelo aumento do bem-estar e da produtividade dos funcionários está provocando uma alta tendência na inclusão de educação financeira dentro das empresas. Atualmente, 84% de empresas norte-americanas possuem algum programa que auxilie o colaborador a lidar melhor com o dinheiro.  Segundo o educador financeiro Ricardo Natali, os departamentos de RH já perceberam os bons resultados desta prática. Em pesquisa realizada em 2017 pela PricewaterhouseCoopers (PwC), estima-se que uma emp ...

Apesar do valor pago pelo INSS por auxílio-doença ou acidente de trabalho, muitos reclamam de falta de acesso aos benefícios (Foto: André Dusek/AE)

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Em 2017, os trabalhadores afastados por doença ou acidentes de trabalho no Estado de São Paulo receberam R$ 544,2 milhões em benefícios. Segundo o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), o número de empregados que recebem auxílio-doença devido a acidentes variou entre 29,8 mil em janeiro do ano passado e 23,6 mil em dezembro. Ao longo de 2017, foram concedidos 50,5 mil benefícios a acidentados e adoecidos em todo o Estado. As fraturas do punho e da mão foram a maior causa desses af ...

Mais de 170 expositores estiveram no Anhembi (Foto: Divulgação)

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A ExpoPizzaria Atacadão, principal e maior feira especializada no mercado de pizzas da América Latina, foi realizada no Palácio de Exposições do Anhembi nos dias 10 e 11 de julho. Patrocinado pelo Atacadão, o evento reuniu 170 expositores em mais de 4.000 m² e celebrou o Dia da Pizza, comemorado na última terça-feira. A programação incluiu palestras e workshops sobre sustentabilidade, negócios e tendências do setor. Além disto, colaboradores do Atacadão comentaram sobre seguran ...

Setor de supermercados não registrou queda, mas avançaram menos do que o esperado (Foto: Roberto Parizotti/Fotos Públicas)

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A paralisação dos caminhoneiros durante 11 dias no fim de maio fez todas as atividades do varejo ampliado mostrarem perda de ritmo em relação a abril, segundo os dados da Pesquisa Mensal de Comércio divulgados nesta quinta-feira, 12 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O único segmento a registrar expansão nas vendas foi o de supermercados, com avanço de 0,6%, menor do que o de 1,0% apurado em abril, impedindo uma perda ainda maior no varejo no período, observ ...

Especialistas já esperavam por uma leva queda no comércio (Foto: Rovena Rosa/ABR/Fotos Públicas)

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As vendas do comércio varejista caíram 0,6% em maio ante abril, na série com ajuste sazonal, informou na manhã desta quinta-feira, 12, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado veio dentro do intervalo das estimativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, que esperavam desde uma queda de 3,9% a ligeiro avanço de 0,1%, com mediana negativa de 0,7%. Na comparação com maio de 2017, sem ajuste sazonal, as vendas do varejo tiveram alta de 2,7% em maio ...

Caminhoneiros conquistaram mais uma vitória nesta quarta-feira (Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados)

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Após uma pressão dos caminhoneiros, a MP do Frete (Medida Provisória 832/18) foi aprovada pelos parlamentares nesta quarta-feira, 11, quase véspera do recesso parlamentar. Ainda pela manhã, os caminhoneiros se reuniram com o relator do projeto, o deputado Osmar Terra (MDB-RS), e negociaram alguns pontos para que a matéria pudesse entrar na pauta do dia. Uma das questões, segundo o caminhoneiro autônomo Wallace Landim, conhecido como "Chorão", foi a anistia das multas durante a greve de ...

Tensão entre China e EUA afeta o valor do dólar no Brasil (Foto: MOFCOM)

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O dólar continua em alta, mas desacelerou o ajuste na manhã desta quarta-feira, 11, após ter caído 1,17% ontem, para R$ 3,8029 no mercado à vista. Os investidores monitoram o ambiente de aversão ao risco no exterior, após os Estados Unidos terem anunciado planos de tarifar em 10% mais US$ 200 bilhões em produtos chineses, cujo prazo para contestações pelos importadores americanos termina em 30 de agosto. O ministério de Comércio chinês respondeu que "será forçado a impor contrame ...

Administrar uma franquia não é missão simples. Saiba como empreender (Foto: Foto: Milton Michida/GESP/Fotos Públicas)

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Empreender tem se tornado uma maneira eficaz, e muitas vezes necessária, de se livrar da crise financeira e garantir uma fonte de renda. De acordo com uma pesquisa da Global Entrepreneurship Monitor, de cada 10 pessoas no Brasil, ao menos quatro estão envolvidas em algum tipo de empreendimento. Investir em franquias pode ser uma boa sacada, já que o mercado teve um aumento de 7% no faturamento no último ano, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF). Mas é preciso ter paciênci ...

Reajuste vai refletir nas contas do trabalhador (Foto: Reprodução/Fickr)

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A Petrobras anunciou nesta quarta-feira, 4, que aumentou em média de 4,4% o chamado gás de cozinha, referente a um botijão de 13 quilos de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP). O novo preço, sem tributos, será de R$ 23,10 na refinaria. No acumulado do ano, o GLP 13 Kg acumula queda de 5,2% em relação a dezembro de 2017, informou a estatal. Os novos preços entram em vigor nesta quinta-feira, 5. Pelo levantamento de preços da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis ...

Alcoa, Coverplast e Inapel estão entre as empresas condenadas (Foto: Reprodução/Facebook)

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O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) condenou nesta quarta-feira, 4, oito empresas, duas associações e oito pessoas físicas a pagarem multas que somam R$ 306 milhões por formação de cartel no setor de embalagens flexíveis. Entre as empresas condenadas estão Alcoa, Coverplast e Inapel. A maior multa foi aplicada à Coverplast Embalagens, de R$ 65,9 milhões, seguida por Embalagens Flexíveis Diadema (R$ 58,1 milhões) e Inapel R$ 57,9 milhões. Foram condenadas ainda Pee ...

Miguel Iskin, que havia sido preso na Operação Fatura Exposta e solto por Gilmar Mendes em 2017, voltou a ser alvo da PF (Foto: Tomaz Silva/ABR/Fotos Públicas)

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O Ministério Público Federal (MPF) no Rio de Janeiro (RJ) em conjunto com o Conselho de Defesa Administrativa (Cade), o Tribunal de Contas da União (TCU) e a Controladoria Geral da União (CGU), a Receita Federal e a Polícia Federal deflagraram nesta terça-feira, 4, a operação Ressonância, desdobramento da Fatura Exposta, braço da Lava Jato no Rio. A ação mira contratos na área da saúde celebrados pelo Estado do Rio de Janeiro e pelo Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia ...

Maria Fernanda e Nicoly França conseguiram, até agora, quase dez mil seguidores falando de moda barata (Foto: Divulgação)

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Se vestir bem e estar na moda não precisa ser sinônimo de gastar muito dinheiro. Pelo menos para a consultora de estilo Maria Fernanda Teixeira, de 25 anos, que é conhecida como "louca das roupas usadas", pois monta looks inspirados em modelos de tendência mundial com até R$ 15. Com esta fama, ela já conseguiu mais de dez mil seguidores em seu perfil pessoal do Instagram. A conta @desavesso, alimentada por Maria Fernanda e pela colega jornalista, youtuber e consultora de moda Nicoly França, 25, rompe com o conceito da existência de apenas um estilo padronizado, que deve ser reproduzido por todos. Para elas, a melhor moda é se vestir de acordo com a própria personalidade.  "O importante para se vestir bem é ter conhecimento do próprio estilo. Isso quer dizer: saber o que fica bem em você e o que combina com o seu modo de ser. Além disto, ter bastante referência de roupas que dão certo pra outras pessoas e que você gosta. Nós adoramos copiar looks de pessoas que gostamos na internet, TV ou até mesmo na rua. Isto é fundamental", disse Maria Fernanda. Roupas longas, "sapatinho", bota, vestido florido e roupa xadrez são opções de vestuário (Foto: Divulgação) O ideal é se sentir bem com o look que está usando. Existem milhares de roupas à venda em bazares pela cidade de São Paulo, com peças de R$ 5 e R$ 10, em excelente estado. Não é necessário fazer um banho de loja e estourar o seu limite do cartão de crédito. Além disto, vale uma reflexão: Será que as roupas que estão no guarda-roupa não podem ser reaproveitadas, repassadas para um bazar ou até mesmo doadas aos mais carentes? "É sempre bom verificar se você ficou mais de duas estações sem usar a roupa. Se sim, é porque ela precisa sair do seu guarda-roupa. Mas é legal também fazer uma avaliação simples mesmo do tipo: 'Esta peça me serve? Eu não uso porque está estragada? Qual é o tipo de roupa que eu tenho que combina com ela? E, principalmente, ela me representa? Eu me sinto feliz quando estou com ela?' Se não, é hora de doar ou vender", falou a youtuber. As peças mais velhas podem surpreender se combinadas com outras, formando um novo look. Para isto, vale visitar um bazar ou ficar de olho em alguma peça usada, de alguém próximo, que possa ser aproveitada. Confira o vídeo, elaborado pelas meninas, que dá dicas de como se vestir no outono-inverno. "Usamos esta tática para escolher as peças que vamos comprar e para montar looks com roupas que já temos em casa. Assim, fica muito mais fácil", completou Maria Fernanda O Canal desavesso foi ao bazar e mostrou como se vestir com personalidade

Colocar os gastos e ganhos na ponta da caneta ajuda a se organizar e ainda evita prejuízos (Foto: Reprodução/PX Here)

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A busca pelo aumento do bem-estar e da produtividade dos funcionários está provocando uma alta tendência na inclusão de educação financeira dentro das empresas. Atualmente, 84% de empresas norte-americanas possuem algum programa que auxilie o colaborador a lidar melhor com o dinheiro.  Segundo o educador financeiro Ricardo Natali, os departamentos de RH já perceberam os bons resultados desta prática. Em pesquisa realizada em 2017 pela PricewaterhouseCoopers (PwC), estima-se que uma empresa com 10.000 funcionários pode perder U$ 3.466.000,00 por ano, devido a problemas financeiros dos colaboradores.  Dos 1.600 funcionários entrevistados, 30% admite distração nas atividades do trabalho ocasionados por problemas financeiros. Eles chegam a utilizar cerca de três horas semanais no ambiente de trabalho para resolver pendências financeiras pessoais. Além disto, 12% dos colaboradores admitem faltas ocasionadas pelas preocupações financeiras, sendo uma causa de aumento do absenteísmo e diminuição da produtividade.  “Problemas financeiros afetam negativamente o ambiente organizacional e diminuem a produtividade. No Brasil, 42% dos trabalhadores com altos níveis de preocupação financeira demonstram desatenção e pouca produtividade em seus empregos, segundo pesquisa realizada em 2015 pela CNDL e SPC Brasil (2015). E pelo menos 22% alegaram perder a paciência com os colegas de trabalho mais facilmente”, afirmou Natali.  Como forma de reverter este quadro, surgem os programas de educação financeira. Existe um aumento gradual na percepção das empresas que o bem-estar do colaborador é fator-chave para o desenvolvimento da companhia.  De acordo com um estudo norte-americano, o retorno dos investimentos em educação financeira é muito alto. Para cada dólar gasto, retornam três dólares.  “É notório que o aumento do engajamento, da produtividade e da lealdade dos colaboradores traz grandes benefícios para as empresas, assim como a diminuição do absenteísmo (nome dado a ausências no ambiente de trabalho, seja por falta ou atraso). Investir em ajudar o colaborador é investir na sua empresa e no tempo que se dedicou a treiná-lo”, concluiu o especialista.                

Apesar do valor pago pelo INSS por auxílio-doença ou acidente de trabalho, muitos reclamam de falta de acesso aos benefícios (Foto: André Dusek/AE)

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Em 2017, os trabalhadores afastados por doença ou acidentes de trabalho no Estado de São Paulo receberam R$ 544,2 milhões em benefícios. Segundo o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), o número de empregados que recebem auxílio-doença devido a acidentes variou entre 29,8 mil em janeiro do ano passado e 23,6 mil em dezembro. Ao longo de 2017, foram concedidos 50,5 mil benefícios a acidentados e adoecidos em todo o Estado. As fraturas do punho e da mão foram a maior causa desses afastamentos, com 7,5 mil casos. Além das fraturas, há ainda os ferimentos nessa região, que somam 1,4 mil ocorrências e as amputações da mão, 1,2 mil. Foram registradas ainda 3,4 mil fraturas do antebraço. As fraturas da perna, pé e tornozelo somaram 8,5 mil casos. Em todo o País, foram 196,7 mil afastamentos por problemas de saúde relacionados ao trabalho. Somado com as aposentadorias por invalidez, o INSS desembolsou R$ 1,6 bilhão em 2017 para trabalhadores vítimas de doenças ou acidentes de trabalho em São Paulo. Em dezembro eram 50,3 mil beneficiários nessa situação no estado. Ambiente de trabalho São Paulo foi, em 2017, o Estado com o maior número de autuações por não cumprimento das normas de segurança, representando 15,54% do total. Das 78,3 mil autuações aplicadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego ao longo do ano, 12,2 mil foram em empresas paulistas, atingindo 3,3 mil estabelecimentos. A norma mais desrespeitada, com 2,6 mil registros, é a que estabelece a implementação de sistemas de segurança na indústria da construção. Até abril deste ano, já foram registrados mais de 1,5 mil casos em desacordo com a regra. Em 2018, o Ministério do Trabalho autuou, até o momento, 1,4 mil empresas paulistas, somando 5,4 mil autos de infração. Nacionalmente, a norma que tem mais casos de descumprimento é a da implementação do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional, responsável por 47,9% das autuações em 2017.   Acidentes com a mão As ocorrências com as mãos sempre foram um dos principais tipos de acidente de trabalho, ressalta o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão, Marcelo Rosa de Rezende, com 30 anos de experiência na área. “Antigamente, era quase uma rotina você dentro de um plantão receber um amputado da mão ou do punho”, lembra o médico, que chefia o grupo especializado em mão na área de traumatologia do Hospital das Clínicas, na capital paulista. Apesar da melhoria dos sistemas de segurança e com o crescimento da mecanização, especialmente na indústria, Rezende explica que a mão é um membro que continua exposto em diversas atividades. “Seja para pegar os objetos em uma linha de montagem ou apertar um parafuso em um motor. A mão é o que de fato vai de encontro ao que você está fazendo”, enfatiza.  Condições de produção Para o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, Weller Gonçalves, as ocorrências graves com os trabalhadores, especialmente na indústria de transformação e construção civil, decorrem das condições de produção. “Do nosso ponto de vista, isso acontece principalmente como fruto da reestruturação produtiva. Antes no local onde trabalhavam três, trabalha um fazendo o serviço dos outros dois”, avalia, acrescentando que a pressão sobre os funcionários acaba aumentado a chance de fatalidades. O problema é maior do que questões de infraestrutura nas fábricas e empresas, na avaliação do sindicalista, que também faz parte do grupo setorial de segurança do trabalho da central sindical Conlutas. “Muitas vezes ele [funcionário] tem que fazer hora extra no sábado, domingo e feriado. Isso que vai gerar os acidentes”, acrescentou. 

Desabastecimento prejudicou a economia brasileira (Foto: Fernando Frazão/ABR/Fotos Públicas)

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Após quatro meses de estabilidade, o número de empresas com pagamentos em atraso voltou a acelerar em maio, influenciado pela greve dos caminhoneiros que paralisou o País por mais de dez dias. No mês passado, 5,5 milhões de companhias estavam na lista de inadimplentes, aponta a Serasa Experian, empresa especializada em informações financeiras. Esse é o maior número de empresas com pagamentos atrasados desde março de 2016, quando o levantamento começou a ser feito. De janeiro a abril, 5,4 milhões de empresas mensalmente tinham dívidas em atraso. Em maio, mais 100 mil companhias engrossaram essa lista. Em comparação com o mesmo mês de 2017 houve um acréscimo de 400 mil empresas, um aumento de 7,8%. As dívidas com pagamento atrasado também cresceram 4,3% na comparação anual e atingiram R$ 124,3 bilhões. "A greve dos caminhoneiros impactou as cadeias de produção e as empresas pararam de produzir e vender", afirma o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi. Sem girar os estoques, elas ficaram sem capital de giro para honrar os pagamentos das contas básicas e as dívidas com sistema financeiro e fornecedores. Rabi explica que por esse levantamento não é possível saber qual é o período médio de atraso porque o critério de inadimplência é fixado pelo credor. Isto é, a Serasa Experian reúne numa mesma lista o CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) das empresas que deixaram de pagar as contas no prazo, seja com um dia de atraso ou mais de 30 dias, por exemplo. O levantamento mostra que o aumento da inadimplência foi puxado pelas empresas prestadoras de serviços. No mês passado, essas companhias responderam por quase a metade (48%) das empresas com pagamentos atrasados. Em maio do ano passado, as prestadoras de serviços representavam 46,7% do total de companhias inadimplentes. Rabi argumenta que o prejuízo provocado pela greve se concentrou no setor de serviços porque ele reúne um número maior de pequenas e microempresas. Normalmente as pequenas e microempresas já enfrentam maior dificuldade de capital de giro e, com a greve, tiveram piora nesse quadro. Para os próximos meses, a tendência para o calote das empresas não é de estabilização, segundo o economista. Ele argumenta que a situação financeira das companhias está muito ligada ao ritmo e crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), que pode continuar desacelerando.

Mais de 170 expositores estiveram no Anhembi (Foto: Divulgação)

Economia

A ExpoPizzaria Atacadão, principal e maior feira especializada no mercado de pizzas da América Latina, foi realizada no Palácio de Exposições do Anhembi nos dias 10 e 11 de julho. Patrocinado pelo Atacadão, o evento reuniu 170 expositores em mais de 4.000 m² e celebrou o Dia da Pizza, comemorado na última terça-feira. A programação incluiu palestras e workshops sobre sustentabilidade, negócios e tendências do setor. Além disto, colaboradores do Atacadão comentaram sobre segurança alimentar no mercado de pizzas. Em meio à Copa do Mundo, a programação da ExpoPizzaria Atacadão também abordou a competição. Dentre os destaques da feira, houve a preparação da tradicional grande pizza, de 40m de comprimento. Neste ano, o tema da pizza gigante foi “Pizzas do Mundo”, com as receitas típicas dos países participantes do maior campeonato de futebol do mundo. O evento promoveu ainda a Expo Pizza Design, mostra de pizzas características da Europa, América do Sul e de vários estados do Brasil, além da PaniPizza, espaço dedicado a pães personalizados que podem ser vendidos como coadjuvantes em pizzarias, mas que reforçam o orçamento. A feira foi marcada pelo lançamento da segunda edição do livro Pizzas do Mundo II, patrocinado pelo Atacadão e com prefácio assinado por Roberto Müssnich, CEO da rede. De autoria de Patricia Galasini em parceria com o chef pizzaiolo Patrick Catapano, a publicação reúne 32 receitas de pizzas dos países participantes do mundial. Dentre elas, destaca-se a receita da famosa pizza brasileira de frango e requeijão. “A Expopizzaria Atacadão contribuiu ativamente para o desenvolvimento do segmento por completo. O evento permitiu que o comerciante e o novo empresário conhecessem de perto os diferenciais e vantagens do setor”, destacou Roberto. “Pelo terceiro ano consecutivo, o Atacadão foi o patrocinador oficial da feira. Entendemos o nosso papel como parceiro do comerciante e, por isso, acreditamos que eventos como este são fundamentais para fomentar o empreendedorismo do setor de forma qualificada”, finalizou o executivo.

Montadoras estão revisando projeções e sendo menos otimistas (Foto: Comunicação Volkswagen do Brasil/Fotos Públicas)

Economia

A queda das exportações para a Argentina e o crescimento menor do que o esperado para as vendas no mercado interno, principalmente após a greve dos caminhoneiros, já estão levando montadoras a rever o ritmo de produção que vinha sendo acelerado desde o início do ano. A Volkswagen vai dar férias coletivas de um mês para cerca de mil funcionários da sua maior fábrica no País, em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, onde são produzidos dois dos modelos mais vendidos da marca, o Polo e Virtus. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, o primeiro grupo de mil funcionários entrará em férias no dia 21 de agosto. Está prevista a dispensa de outros quatro grupos em quantidade e datas a serem definidos. Procurada, a direção da Volkswagen não quis comentar o assunto. Dirigentes do sindicato afirmaram que a justificativa para as férias é a queda das vendas no mercado interno e a suspensão de pedidos da Argentina, país que fica com 70% de toda a exportação brasileira de veículos. Em recente entrevista, o presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, afirmou que o mercado vai crescer um pouco menos do que se esperava. "Antes achávamos que as vendas totais do mercado chegariam a algo entre 2,5 milhões e 2,55 milhões de unidades. Agora, esperamos algo entre 2,45 milhões e 2,5 milhões de unidades." Segundo ele, o motivo não é só a greve. "A Copa do Mundo também afetou, com o fluxo nas lojas caindo nos primeiros dez dias de julho". Além disso, disse o executivo, possíveis efeitos da eleição devem chegar durante a campanha, "de forma positiva ou não". O câmbio também é um ponto de atenção. Ele citou ainda que a produção destinada à Argentina está sendo compensada com outros países, como Chile e Colômbia. Segundo o executivo, somando todos os destinos, a marca vai exportar cerca de 6 mil veículos a menos do que previa inicialmente. A Volkswagen é a maior exportadora do setor automotivo e, no ano passado, vendeu 163 mil veículos para diversos países, especialmente da América do Sul. Projeções refeitas No início do mês, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) reviu as projeções de vendas externas do setor de 800 mil para 766 mil unidades neste ano, ou seja, 34 mil a menos. O crescimento para a produção, antes previsto em 13,2%, foi revisado para 11,9%, para 3,02 milhões de unidades. Já a projeção para vendas internas foi mantida em 2,5 milhões de unidades (11,7% a mais que em 2017), embora a intenção da Anfavea, antes da greve, era de rever essa previsão para cima. Outras sete montadoras consultadas nessa quarta-feira, 18, informaram não ter, por enquanto, planos de parar as fábricas ou dar férias coletivas no momento. A General Motors informou que a fábrica de Gravataí (RS) suspenderá a produção entre os dias 30 de julho e 5 de agosto, "para adequação da linha visando a implantação de novas tecnologias". A Toyota informou que fará paradas programadas para manutenção, como faz anualmente. Os trabalhadores da Honda voltaram recentemente de um período de 10 dias de folgas e terão novo período de 10 dias de descanso no final do ano, também seguindo um cronograma tradicional na empresa. 

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Infantino afirmou que a Copa foi a melhor de todas por causa da arbitragem (Foto: Kin Saito/ CBF)

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Presidente da Fifa se esquivou de perguntas políticas (Foto: Fotos Públicas)

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Jogador admite que na Eurocopa havia um clima de "já ganhou" (Foto: Reprodução/Facebook)

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Limitação e ampliação do jus puniendi não devem ocorrer de maneira leviana (Foto: Fellipe Sampaio/ STF /Fotos Públicas)

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Entre 2015 e 2017, o Brasil registrou a fechamento de 2,88 milhões de postos de trabalho (Foto: Pedro Ventura / Agência Brasília/Fotos Públicas)

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Pré-candidato à Presidência errou ao ofender promotora (Foto: JAÉLCIO SANTANA/Fotos Públicas)

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União em São Paulo ajudou Centrão a se decidir em nível nacional. Agora, partidos que fazem parte deste grupo vão apoiar Alckmin (Foto: Renato S. Cequeira/Futura Press/AE)

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