Cantora diz que fará show incrível no carnaval paulistano (Foto: Reprodução/Twitter)

Cidade

Mesmo tendo deixado a Prefeitura de São Paulo desde abril deste ano, o candidato ao Governo do Estado João Doria (PSDB) anunciou, neste domingo, 10, que a cantora Anitta deve se apresentar no Carnaval do ano que vem, na Capital. A declaração foi dada em vídeo publicado nas redes sociais do ex-prefeito.

“Estou ao lado da minha amiga Anitta. Hoje, está aqui em Americana. Vai arrasar daqui a pouco. Voltei a combinar com ela o que eu falei para vocês no aniversário da cidade, que ela ia no aniversário da cidade, vai de novo, e vai no Carnaval de São Paulo”, disse o político. A cantora diz que a apresentação será incrível.

“Se prepare, você que gosta de Carnaval, como eu gosto. Anitta no Carnaval de São Paulo”, conclui Doria. O mandato do tucano foi iniciado em 1º de janeiro de 2017 e terminou em 6 de abril de 2018, quando ele renunciou ao cargo para concorrer nas eleições deste ano, que ocorrem em outubro.

Procurada, a Prefeitura não se manifestou sobre o anúncio até o fechamento desta matéria.

Segundo pesquisa do Ibope, divulgada no fim do mês passado, Doria lidera as intenções de voto, com 22%, seguido por Paulo Skaf (MDB), que tem 15%, Luiz Marinho (PT), que tem 4%, e Márcio França (PSB), que somou 3%. No fim do mês passado, Celso Russomano (PRB) abriu mão da disputa e decidiu apoiar o tucano.

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Divulgação

Carnaval

O Carnaval de Rua de São Paulo reuniu cerca de 5,1 milhões de pessoas nos quatro dias de feriado. A soma inclui o público dos blocos de rua, dos palcos e dos desfiles das escolas de samba no Anhembi.
O balanço do Carnaval foi divulgado, na quarta-feira, 14, pela Prefeitura de São Paulo.

Ele mostra que de sábado, 10, a terça-feira, 13, foram 180 desfiles de blocos de rua na Capital. Somente a Avenida 23 de Maio, de domingo, 11, a terça, concentrou mais da metade do público do Carnaval de Rua: 2,6 milhões de foliões passaram pela avenida. No local, ocorreram sete desfiles.

Apesar do sucesso de público, o Carnaval na Avenida 23 de Maio registrou problemas. Uma das maiores queixas de foliões e moradores dos bairros próximos foi a quantidade de pessoas urinando, vomitando ou consumindo drogas nas ruas.

Site teste Luiz Guadagnoli Secom PMSP

(Crédito: Luiz Guadagnoli/SecomPMSP)

Fiscalização

 

A lateral do Centro Cultural São Paulo, de frente para a 23, virou o ponto favorito para o xixi. Desde o dia 3, foram autuadas 396 pessoas urinando na rua. Segundo a Prefeitura, havia 580 banheiros públicos, mas os foliões reclamaram de filas.

Enfermeiras contaram que foliões tentaram forçar a entrada em hospitais da região para tentar usar os banheiros. No Hospital Sancta Maggiore, no Paraíso, meninas passaram a gritar e xingar, depois que foram impedidas de entrar pelos seguranças. Famílias de pacientes reclamaram de barulho e houve atraso na movimentação de ambulâncias.

O período oficial do Carnaval é de 3 a 18 de fevereiro, com previsão de 491 desfiles na cidade. No próximo fim de semana, estão previstos mais 104 desfiles. Segundo números da Prefeitura, somente no final de semana de pré-carnaval o público foi de 4 milhões.

 

Doria articula com DEM para disputar o governo do Estado de São Paulo (Foto: Reprodução/Rede Social)

Política

Após se aproximar do PSD, o prefeito João Doria investe agora no apoio do DEM para uma eventual candidatura pelo PSDB ao governo de São Paulo. A negociação partidária, que envolve o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM-BA), ocorre à revelia do governador Geraldo Alckmin e no momento em que uma ala tucana tenta adiar as prévias paulistas da legenda para maio.

Com o adiamento das prévias, o prefeito seria forçado a deixar o cargo para entrar na disputa interna. Pela legislação, os políticos que forem concorrer nas eleições deste ano devem renunciar até o dia 7 abril.

Doria e Maia conversaram sobre a sucessão em São Paulo no avião do prefeito, durante um voo entre Rio e Salvador na terça-feira de carnaval. Ao chegar à capital baiana, eles se juntaram ao prefeito ACM Neto. Questionado sobre o encontro, Maia disse que a palavra final sobre uma eventual aliança em São Paulo será do diretório regional do DEM.

O prefeito deve almoçar no sábado com o secretário estadual de Habitação, Rodrigo Garcia, pré-candidato do DEM ao governo, e com dirigentes paulistas da sigla. A ideia é oferecer a Garcia a vaga ao Senado. Por essa configuração, o presidente licenciado do PSD, ministro Gilberto Kassab, seria o vice de Doria na chapa e o chanceler Aloysio Nunes (PSDB), o segundo candidato ao Senado. A movimentação de Doria incomodou aliados de Alckmin.

O governador tenta evitar um racha em sua base na campanha pelo Palácio dos Bandeirantes. Pré-candidato à Presidência, Alckmin não descarta convidar o vice-governador Márcio França (PSB), que deve assumir em abril o governo e disputar a reeleição, para se filiar ao PSDB e ser o candidato único da coalizão governista. Tucanos paulistas ventilam ainda a possibilidade de acrescentar uma cláusula ao estatuto da legenda que tornaria todos os detentores de cargo executivo candidatos "natos" à reeleição - ou seja, sem a necessidade de disputar prévias.

Receio de ficar "travado" fez com que Splitter se aposentasse aos 33 anos (Foto: Reprodução/Facebook)

Esporte

O medo do futuro fez Tiago Splitter encerrar sua carreira de maneira de prematura aos 33 anos. O agora ex-jogador, primeiro brasileiro a ser campeão da NBA, explicou ao Estado que não queria pagar o preço, talvez alto, de passar por outra cirurgia no quadril, agora do lado esquerdo, continuar jogando basquete, e se arrepender mais pra frente. 
 

"Coloquei tudo na balança. Sabia que não jogaria mais como antes Também não era apenas passar por outra cirurgia. Eu tinha de pensar no meu futuro. Quero estar andando quando estiver com 50, 60 anos... Não quero estar em uma cadeira de rodas. Pensei no que era melhor para o meu futuro, para minha saúde", afirmou Splitter.

A decisão não foi tomada de uma hora para outra. O processo, segundo ele, começou depois de ficar fora dos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016, por causa do primeiro problema no quadril. "A gravidade da lesão ficou clara para mim naquele momento", comentou.

Splitter ainda voltou ao basquete em março de 2017 após colocar uma prótese no quadril do lado direito e até se sentiu bem. O problema ficou insustentável ao voltar aos treinos pelo Philadelphia 76ers na temporada seguinte da NBA. "A dor voltou. Fui ao médico novamente, conversei com especialistas e fiquei sabendo que teria de operar o outro lado." 

O medo de não conseguir andar foi decisivo para se aposentar. "Não foi discutido, nenhum médico me disse claramente (que corria o risco de não andar), mas o que sei é que preciso já realizar outro procedimento no mesmo lado direito, porque toda prótese tem prazo de validade. Pode ser 15, 20 anos, dependendo do peso e do você faz. É óbvio que tenho de pensar nisso. Tirei todo o suco que podia dessa laranja", afirmou.

"Mas estou tranquilo. Muitos atletas passam por isso. Não estou com dor, o que é mais importante, e preparado para enfrentar uma nova etapa."

O ex-pivô não tirou sequer um tempo para digerir sua decisão. Nesta segunda-feira já estava em Boston para um curso de business. Splitter quer continuar no basquete. Só não escolheu ainda o caminho. "Gostaria de dizer de que está claro, mas não está. Gosto muito de estar na quadra, gosto de competir, mas tenho um lado de estratégia, de fazer contratações. A ideia não muda muito, o que difere é o trabalho diário."

O técnico Gregg Popovich, que o comandou no San Antonio Spurs, quando foi campeão da NBA, abriu as portas para o brasileiro. "Não tive uma oferta de trabalho, fui convidado para fazer um estágio com o Pop. São coisas diferentes. Claro que gostaria de estar lá, seja como técnico, auxiliar ou diretor."

Splitter só lamenta não ter conquistado uma medalha olímpica ou mundial pela seleção. "Fiquei devendo isso, mas fui muito feliz pela carreira que tive. Ganhei mais do que perdi. Sempre competi no mais alto nível e tenho orgulho de sempre ter deixado tudo em quadra."

 

Cantora fez show com discurso político na Avenida Paulista (Foto: Reprodução/Facebook)

Cidade

Na despedida do carnaval de São Paulo, a cantora Daniela Mercury agitou neste domingo (18) os foliões com um show com cara de carnaval, mas que também lembrou de importantes questões políticas. O bloco se apresentou por mais de cinco horas.

Na esquina entre a Avenida Paulista e a Rua da Consolação, na área central da capital, o trio Pipoca da Rainha começou a se apresentar às 15h30 com um público que cobria toda a extensão da via. Daniela começou o show dizendo que se considera "soteropaulistana" e que ama a cidade. 

Com a Paulista aberta neste domingo, a primeira música cantada por Daniela foi "O Canto da Cidade", que virou marca da ocupação dos espaços públicos de São Paulo. Foi ovacionada pelo público. Daniela também ressaltou que "o povo precisa se juntar e se conscientizar neste ano eleitoral" e cantou o lançamento do ano passado, "Samba Presidente". Era aplaudida e acompanhada em coro pela plateia.

A cantora continuou a apresentação debaixo de uma garoa fina, protegida por um guarda-chuva com as cores do arco-íris. Em cima do trio estava sua mulher, a jornalista Malu Verçosa. 

Ana Paula dos Santos, de 25 anos, acompanhou o pré, o carnaval e o pós e não quis perder Daniela. "O Pipoca da Rainha é uma tradição em São Paulo. Nosso carnaval está crescendo e cada vez melhor. Ainda não é como Salvador, mas chegamos lá."

A Secretaria das Prefeituras Regionais estimou neste domingo que 12 milhões de pessoas tenham participado do carnaval paulistano. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A cantora Daniela Mercury é uma das principais atrações nos blocos de SP (Foto: SECOM Salvador)

Cidade

A programação para o carnaval de rua na capital paulista traz, neste final de semana, 97 blocos oficiais (57 no sábado e 40 no domingo), segundo a prefeitura. Entre as principais atrações estão as cantoras Daniela Mercury, Cláudia Leitte, Gilmelândia e a Banda Falamansa.

No sábado, o ritmo de axé de Cláudia Leitte arrasta uma multidão estimada em 100 mil pessoas na Avenida 23 de Maio, a partir do meio-dia, da altura do Viaduto Santa Generosa até o Viaduto Pedroso. O uso da 23 de Maio para o circuito de carnaval é novidade neste ano, tendo reunido, entre domingo (11) e terça-feira (13), 2,6 milhões de pessoas em sete desfiles apenas nesta via.

No mesmo local, terá o Navio Pirata do Baiana System, trio elétrico que se apresenta pela primeira vez fora de Salvador, às 13h. O grupo usa a guitarra baiana na mistura de ritmos de afro-latinos como frevo, samba-reggae, pagode, groove arrastado, ijexá, kuduro, bass music e cumbia. São esperados até 50 mil foliões.

Em Pinheiros, bairro que concentra grande número de blocos, a Banda Falamansa leva o rastapé para um público estimado em 100 mil pessoas na Avenida Faria Lima, às 14h. O Bloco vai tocar os maiores sucessos do grupo, além de frevo e xote. No Largo da Batata, está programado o Bloco Xuca Feita, que tocará música POP e brasilidades, com blocos do Apego, DRE, Kaia na Gandaia, Se Joga, Desliga e Vem, Medpholia e Te Amo, Mas Só Como Amigo.

Domingo é dia do Bloco Pipoca da Rainha, com a cantora Daniela Mercury, que se apresenta na Rua da Consolação às 15h. A expectativa de público é 100 mil pessoas. Na Faria Lima, a cantora Gilmelândia anima o Bloco Se Te Pego, Não Te Largo às 14h. A Orquestra Voadora levará a fanfarra com mistura de ritmos como rock, funk, pop, jazz, frevo, samba e maracatu para a Praça da Republica, no centro. O coletivo de artistas deve atrair até 50 mil foliões.

Balanço

Desde o pré-carnaval, cerca de 9 milhões de pessoas se divertiram nos 387 blocos de rua de São Paulo. Apenas entre sábado (10) e terça-feira (13), o público foi estimado em 5,1 milhões de pessoas. Segundo pesquisa encomendada pela prefeitura, 35,3% dos foliões participaram, este ano, do carnaval paulistano pela primeira vez.

A organização dos eventos estava melhor do que no ano passado para 70% dos entrevistados. Aproximadamente 34% dos foliões eram de fora da capital paulista, um aumento de 66% em relação ao ano passado. Do total, 88,6% afirmaram que a prefeitura deve continuar apoiando o carnaval de rua da cidade.

Ideia é dar maior fluidez ao trânsito paulistano (Foto: SECOM)

Cidade

A gestão do prefeito João Doria (PSDB) lança, nesta sexta (16), um edital de chamamento público para receber estudos do setor privado para viabilizar a privatização da rede semafórica da capital paulista, que é da década de 1980. O foco é aumentar em até 25% o número de semáforos.

O objetivo é fazer um longo contrato de concessão no qual a empresa terá de investir em tecnologia para modernizar até 85% dos 6.399 semáforos de São Paulo, alvos constantes de vandalismo e apagões. O investimento necessário está estimado em R$ 1 bilhão.

Só 600 semáforos têm automação em tempo real, ou seja, o tempo de abertura e fechamento é controlado a distância de um centro de operações da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).

Os novos aparelhos também vão controlar a velocidade dos carros e farão a contagem dos veículos no cruzamento, o que, segundo a Prefeitura, permitirá modificar a programação para que os semáforos fiquem abertos mais ou menos tempo, conforme o trânsito da região.
O secretário municipal de Mobilidade e Transportes, Sérgio Avelleda, estima até 20% a mais de fluidez do trânsito com os semáforos inteligentes.

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