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Ter, Fev

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Foto: titulo e credito

Opinião

A melhor qualidade do transporte sempre vai à contramão do aumento da passagem. A população paga elevada tarifa e convive com velhos problemas. E a perspectiva é ainda mais negativa com a privatização de linhas do Metrô pelo governo paulista.

A entrega das linhas 5-Lilás (Capão Redondo-Chácara Klabin) e 17-Ouro (Morumbi-Congonhas) não só representa o desprezo pelo patrimônio público e o risco de depreciação dos serviços, mas futuros custos aos usuários e Estado.

Dados revelam crescente descaso na privatização. A concessão ao consórcio Via Mobilidade ocorreu com valor muito abaixo do aplicado na construção. O Governo investiu R$ 7 bilhões e repassou as linhas por R$ 553 milhões, apenas 7,9% dos gastos, para exploração por 20 anos.

O Sindicato dos Metroviários e o Instituto de Defesa do Consumidor constatam que a vencedora lucrará muito. Além de operar sistemas prontos, poderá vender publicidade. Também denunciaram favorecimento no processo do leilão.

A Via Mobilidade é integrada pela CCR, que está em outras seis concessões em São Paulo: a linha 4-Amarela, Autoban, a ViaOeste, a NovaDutra, a SPVias e o trecho Oeste do Rodoanel. A Amarela, operada pela ViaQuatro, era a única privatizada e mais problemática.

Jacob Zuma presidente sul africano é pressionado para renunciar

 

Em comparação com as linhas operadas pelo Metrô, tem menos trens e apresenta lotação, lentidão e interrupção. Estatísticas apontam 446 falhas desde 2012, mais que nas linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha, mais antigas e extensas.

A linha Amarela tem 1,25 pane por quilômetro e 1,14 pane por trem em operação, enquanto a 1-Azul tem 1,12 e 0,57. A 2-Verde tem 1,22 e 0,81 e a 3-Vermelha, 1,22 pane por quilômetro e 0,67 pane por trem. O fluxo de usuários foi de 170,3 milhões, em 2012, para 200,4 milhões, em 2016, um aumento de 17%.

Mas o dinheiro à ViaQuatro subiu 58%, três vezes mais, de R$ 261,6 para R$ 415,6 milhões, e o Governo não repassou R$ 1,1 bilhão ao Metrô entre 2011 e 2015. Como se vê, privatização não é sinônimo de redução de custo e melhor serviço à população.

Edmilson Souza

Professor de História, Educador e vereador em Guarulhos
Facebook: vereadoredmilson souzasantos / E-mail: edmilson Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

saiba mais jogador do palmeiras

A estação mais quente do ano se aproxima. Em 21 de dezembro, chega o nosso verão. Período de férias, descanso, viagens, época para aproveitar a família e os amigos com muita diversão. Mas no verão algumas doenças sazonais relacionadas ao sol e ao calor ficam em evidência, por isso não podemos descuidar da nossa saúde. São comuns os casos de pessoas que ingerem algum alimento que não caiu bem e tem, também, quem abuse do sol sem proteção. Você não vai querer estragar as tão esperadas férias, vai? Como médica, pesquisei algumas doenças que podem perturbar o nosso verão. As altas temperaturas fazem o nosso corpo perder líquidos e sais minerais, são cerca de 2,5 litros de água que normalmente perdemos por dia. Quando vai além desse número, ocorre a desidratação, que pode ser gerada pelo suor excessivo ou por uma intoxicação alimentar. A pessoa então sente muita sede, fraqueza, confusão visual e até desmaios. Por isso, lembre-se de ingerir muitos líquidos, consumir frutas frescas e usar roupas leves.

 

Com a comemoração do Dia do Samba, em 2 de dezembro, nada mais justo que reverenciar uma respeitada personalidade do gênero e do mundo radiofônico e musical: Moisés da Rocha. Ferrenho defensor da cultura popular, está há quase 40 anos à frente do programa O Samba Pede Passagem, no ar desde 1978 pela USP FM. O protagonismo e simbolismo de Moisés da Rocha fazem de sua voz refinada e cadenciada a exaltação, por vezes, do estilo raiz da música, uma das heranças da cultura africana. Por outras, a potencializa à preservação do ritmo e à

Desinformação e desqualificação. Essas foram afirmações da juíza substituta Rosimayre Gonçalves de Carvalho, da 14ª Vara Federal de Brasília para determinar a suspensão da propaganda do governo sobre a reforma da Previdência, que apresenta uma medida como importante para combate de supostos privilégios. A decisão foi liminar e inclusive já foi derrubada, mas serviu para demonstrar a real intenção do governo federal: manipular – como se estivesse num jogo de xadrez – as peças para aprovação do texto da reforma. A juíza que determinou a suspensão considerou a peça publicitária da União “ofensiva e desrespeitosa a grande número de cidadãos dedicados ao serviço público”. E a magistrada também considerou desinformação no anúncio, pois com a efetivação da reforma, haverá mais recursos para investimentos em outras áreas. Além disso a propaganda – enganosa – da equipe de Temer sequer explica quais as diferenças dos regimes. E o pior, não ataca os reais privilegiados quando o assunto envolve os cofres da Previdência, como os políticos e militares, que estão excluídos de qualquer mudança. A ação foi ingressada por diversas entidades. Entre elas está a Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Anfip) que sempre combateu com números e estudos a falácia do déficit da Previdência. O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, condicionou liberação de R$ 3 bilhões para os prefeitos em 2018 à aprovação da reforma da Previdência. Os cofres estão abertos para conquistar os deputados federais e seus partidos para a aprovação da reforma. Agora, porque não utiliza esses gigantescos volumes financeiros para acabar com o déficit atual da Previdência? Não, a equipe de Temer já escolheu o destino dos recursos: o financiamento político de partidos e deputados em prol da aprovação da reforma da Previdência. A reforma tem seu preço. E mais uma vez quem pagará esse milionário absurdo será o povo brasileiro. Continuaremos sem saúde pública, sem educação pública, sem emprego e ficaremos sem aposentadoria pública. Murilo Aith É advogado especialista em Direito Previdenciário e sócio do escritório Aith, Badari e Luchin Advogados

Muito temos falado sobre as questões femininas na sociedade atual. Infelizmente boa parte destas questões se refere à violência contra a mulher. Recentemente tive a oportunidade de participar de um ato público em repúdio ao “feminicídio”, que aconteceu na OAB de São Paulo, e contou com a presença das principais autoridades jurídicas de nosso Estado para discutir o assunto, por meio da Comissão da Mulher Advogada, da qual tenho a honra de fazer parte. É assombroso que, em pleno século XXI, ainda tenhamos que lutar contra a cultura do estupro, a banalização da violência, o desrespeito explícito aos direitos fundamentais da mulher, a desigualdade social e tantas outras mazelas, às quais ainda estamos expostas.

Meus amigos, estou trabalhando para aprovarmos um projeto de minha autoria, o projeto de lei 1.703/11, mais conhecido por “Telhado Verde”. Além de promover a sustentabilidade, a ideia é definir os telhados verdes como padrão para melhorar o aspecto paisagístico, trazer mais conforto térmico, reduzindo assim o consumo de aparelhos de ar-condicionado e, ainda, promover o escoamento de água, medidas que já são praticadas por muitos prédios pelo mundo.

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A melhor qualidade do transporte sempre vai à contramão do aumento da passagem. A população paga elevada tarifa e convive com velhos problemas. E a perspectiva é ainda mais negativa com a privatização de linhas do Metrô pelo governo paulista.

A entrega das linhas 5-Lilás (Capão Redondo-Chácara Klabin) e 17-Ouro (Morumbi-Congonhas) não só representa o desprezo pelo patrimônio público e o risco de depreciação dos serviços, mas futuros custos aos usuários e Estado.

Dados revelam crescente descaso na privatização. A concessão ao consórcio Via Mobilidade ocorreu com valor muito abaixo do aplicado na construção. O Governo investiu R$ 7 bilhões e repassou as linhas por R$ 553 milhões, apenas 7,9% dos gastos, para exploração por 20 anos.

O Sindicato dos Metroviários e o Instituto de Defesa do Consumidor constatam que a vencedora lucrará muito. Além de operar sistemas prontos, poderá vender publicidade. Também denunciaram favorecimento no processo do leilão.

A Via Mobilidade é integrada pela CCR, que está em outras seis concessões em São Paulo: a linha 4-Amarela, Autoban, a ViaOeste, a NovaDutra, a SPVias e o trecho Oeste do Rodoanel. A Amarela, operada pela ViaQuatro, era a única privatizada e mais problemática.

Jacob Zuma presidente sul africano é pressionado para renunciar

 

Em comparação com as linhas operadas pelo Metrô, tem menos trens e apresenta lotação, lentidão e interrupção. Estatísticas apontam 446 falhas desde 2012, mais que nas linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha, mais antigas e extensas.

A linha Amarela tem 1,25 pane por quilômetro e 1,14 pane por trem em operação, enquanto a 1-Azul tem 1,12 e 0,57. A 2-Verde tem 1,22 e 0,81 e a 3-Vermelha, 1,22 pane por quilômetro e 0,67 pane por trem. O fluxo de usuários foi de 170,3 milhões, em 2012, para 200,4 milhões, em 2016, um aumento de 17%.

Mas o dinheiro à ViaQuatro subiu 58%, três vezes mais, de R$ 261,6 para R$ 415,6 milhões, e o Governo não repassou R$ 1,1 bilhão ao Metrô entre 2011 e 2015. Como se vê, privatização não é sinônimo de redução de custo e melhor serviço à população.

Edmilson Souza

Professor de História, Educador e vereador em Guarulhos
Facebook: vereadoredmilson souzasantos / E-mail: edmilson Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

saiba mais jogador do palmeiras

A estação mais quente do ano se aproxima. Em 21 de dezembro, chega o nosso verão. Período de férias, descanso, viagens, época para aproveitar a família e os amigos com muita diversão. Mas no verão algumas doenças sazonais relacionadas ao sol e ao calor ficam em evidência, por isso não podemos descuidar da nossa saúde. São comuns os casos de pessoas que ingerem algum alimento que não caiu bem e tem, também, quem abuse do sol sem proteção. Você não vai querer estragar as tão esperadas férias, vai? Como médica, pesquisei algumas doenças que podem perturbar o nosso verão. As altas temperaturas fazem o nosso corpo perder líquidos e sais minerais, são cerca de 2,5 litros de água que normalmente perdemos por dia. Quando vai além desse número, ocorre a desidratação, que pode ser gerada pelo suor excessivo ou por uma intoxicação alimentar. A pessoa então sente muita sede, fraqueza, confusão visual e até desmaios. Por isso, lembre-se de ingerir muitos líquidos, consumir frutas frescas e usar roupas leves.

 

Com a comemoração do Dia do Samba, em 2 de dezembro, nada mais justo que reverenciar uma respeitada personalidade do gênero e do mundo radiofônico e musical: Moisés da Rocha. Ferrenho defensor da cultura popular, está há quase 40 anos à frente do programa O Samba Pede Passagem, no ar desde 1978 pela USP FM. O protagonismo e simbolismo de Moisés da Rocha fazem de sua voz refinada e cadenciada a exaltação, por vezes, do estilo raiz da música, uma das heranças da cultura africana. Por outras, a potencializa à preservação do ritmo e à

Desinformação e desqualificação. Essas foram afirmações da juíza substituta Rosimayre Gonçalves de Carvalho, da 14ª Vara Federal de Brasília para determinar a suspensão da propaganda do governo sobre a reforma da Previdência, que apresenta uma medida como importante para combate de supostos privilégios. A decisão foi liminar e inclusive já foi derrubada, mas serviu para demonstrar a real intenção do governo federal: manipular – como se estivesse num jogo de xadrez – as peças para aprovação do texto da reforma. A juíza que determinou a suspensão considerou a peça publicitária da União “ofensiva e desrespeitosa a grande número de cidadãos dedicados ao serviço público”. E a magistrada também considerou desinformação no anúncio, pois com a efetivação da reforma, haverá mais recursos para investimentos em outras áreas. Além disso a propaganda – enganosa – da equipe de Temer sequer explica quais as diferenças dos regimes. E o pior, não ataca os reais privilegiados quando o assunto envolve os cofres da Previdência, como os políticos e militares, que estão excluídos de qualquer mudança. A ação foi ingressada por diversas entidades. Entre elas está a Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Anfip) que sempre combateu com números e estudos a falácia do déficit da Previdência. O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, condicionou liberação de R$ 3 bilhões para os prefeitos em 2018 à aprovação da reforma da Previdência. Os cofres estão abertos para conquistar os deputados federais e seus partidos para a aprovação da reforma. Agora, porque não utiliza esses gigantescos volumes financeiros para acabar com o déficit atual da Previdência? Não, a equipe de Temer já escolheu o destino dos recursos: o financiamento político de partidos e deputados em prol da aprovação da reforma da Previdência. A reforma tem seu preço. E mais uma vez quem pagará esse milionário absurdo será o povo brasileiro. Continuaremos sem saúde pública, sem educação pública, sem emprego e ficaremos sem aposentadoria pública. Murilo Aith É advogado especialista em Direito Previdenciário e sócio do escritório Aith, Badari e Luchin Advogados

Muito temos falado sobre as questões femininas na sociedade atual. Infelizmente boa parte destas questões se refere à violência contra a mulher. Recentemente tive a oportunidade de participar de um ato público em repúdio ao “feminicídio”, que aconteceu na OAB de São Paulo, e contou com a presença das principais autoridades jurídicas de nosso Estado para discutir o assunto, por meio da Comissão da Mulher Advogada, da qual tenho a honra de fazer parte. É assombroso que, em pleno século XXI, ainda tenhamos que lutar contra a cultura do estupro, a banalização da violência, o desrespeito explícito aos direitos fundamentais da mulher, a desigualdade social e tantas outras mazelas, às quais ainda estamos expostas.

Meus amigos, estou trabalhando para aprovarmos um projeto de minha autoria, o projeto de lei 1.703/11, mais conhecido por “Telhado Verde”. Além de promover a sustentabilidade, a ideia é definir os telhados verdes como padrão para melhorar o aspecto paisagístico, trazer mais conforto térmico, reduzindo assim o consumo de aparelhos de ar-condicionado e, ainda, promover o escoamento de água, medidas que já são praticadas por muitos prédios pelo mundo.

Atualmente, qualquer delito praticado por um deputado federal ou senador, antes ou durante o seu mandato, é analisado pelo Supremo Tribunal Federal. Isso quer dizer que, se o processo estiver em primeira instância e, antes do julgamento, o político for eleito, o caso é direcionado ao Pretório Excelso. De outra banda, se até o final do mandato o parlamentar não for julgado, e não for eleito novamente, o processo retorna ao juízo de origem. Essas idas e vindas muitas vezes acabam adiando o desfecho do processo, gerando o fenômeno da prescrição, que nada mais é do que a perda do direito de punir do Estado. Discute-se na Corte Suprema a limitação do foro privilegiado, sendo que a maioria dos ministros já decidiu que qualquer autoridade elencada na Constituição somente será julgada por um Tribunal Especial, desde que o crime tenha sido praticado durante o exercício de seu mandato ou cargo, bem como que tenha relação com a função exercida. Assim, a mudança de paradigma reduz substancialmente a amplitude do foro privilegiado, gerando uma diminuição da sensação de impunidade. Também existe uma PEC tramitando no Congresso Nacional. Fizemos a leitura de uma declaração do deputado federal Júlio Delgado em que se expressa o receio da mudança, sob o argumento de que o juiz de primeiro grau poderá ser amigo ou inimigo da autoridade “sub judice”, podendo, assim, beneficiá-la ou prejudicá-la. Sem entrar no campo da mera conjectura, nobre deputado, os juízes de primeiro grau possuem uma estrutura funcional muito mais avançada do que os Tribunais. Além do mais, também estão acostumados a julgar, seja quem for. E, dificilmente, serão influenciados, pois não são escolhidos por políticos, mas sim por meio de um concurso público. Talvez este seja o verdadeiro receio dos nossos parlamentares, pois não terão tantas portas abertas como hoje. Mas, caso ainda se sintam temerosos em serem julgados por juízes de primeiro grau, aí vai a dica: passem a competência para o Tribunal do Júri; sejam julgados pelo povo. Leandro Jorge Bittencourt Cano Juiz de Direito e titular da Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, de Guarulhos

A sistemática retirada de direitos dos trabalhadores segue a cartilha da elite brasileira. Depois da destruição da CLT, o ímpeto do governo, agora, é o ataque à aposentadoria de milhões de contribuintes da Previdência Social. Ainda nebulosa e com o debate interditado pelas forças políticas e econômicas, e pela grande mídia, a mudança atingirá os mais pobres, com exclusão do sistema público. Muitos nunca se aposentarão, nas regiões urbana ou rural, após uma vida dedicada ao trabalho, nem sempre com respeito à dignidade humana. O governo quer elevar o tempo de contribuição para 40 anos. A idade mínima passaria a 65 para homens e a 62 para mulheres. Para professores, a proposta prevê 60 anos. Ninguém conseguirá a aposentaria integral com o salário da ativa ou teto da Previdência. A decantada urgência por conta do déficit e para acabar com privilégios não passa de propaganda enganosa governamental e manipulação midiática para desviar a atenção sobre o verdadeiro conteúdo nefasto do projeto. O governo fala em R$ 150 bilhões de rombo e esquece-se dos R$ 450 bilhões de dívidas das grandes empresas com o sistema. A Seguridade Social, que envolve a Previdência, Assistência Social e Saúde, é superavitária. A Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Anfip) aponta que em 2015 as receitas atingiram RS 701 bilhões e as despesas, RS 631 bilhões, após o custeio de aposentadorias urbanas e rurais, benefícios e saúde. Quem promove o rombo é o governo ao usar o dinheiro para outras finalidades, entre elas pagar juros da dívida pública e favorecer os bancos. As antirreformas atendem ao mercado. Previdência, saúde, educação, entre outros, virarão negócios privados. Tirar direitos, benefícios e estender o tempo de contribuição aumentará o estoque da força de trabalho. Com desemprego, significará manter o trabalhador refém por toda vida, aprofundando a desigualdade. Somente a luta reverterá a escalada de ataques. E recomeça, dia 5 de dezembro, com a greve nacional, convocada pelas centrais sindicais. Edmilson Souza Professor de História, Educador e vereador em Guarulhos Facebook: vereadoredmilson souzasantos / E-mail: edmilson Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Se Juno tem duas faces, a educação tem múltiplas fisionomias. É direito de todos, é dever do Estado, da família e da sociedade. É a mais relevante dentre as políticas públicas a clamar por maior atenção e é o mais desafiador dentre os embates postos à consideração da parcela pensante desta Pátria que urge reinventar. Mas não deixa de ser a cereja rubra e brilhante do apetitoso bolo do mercado. É um nicho promissor, que já rendeu boas colheitas e continuará a produzir excelentes frutos para quem quiser investir com inteligência. A jornalista Beth Koike mostrou recentemente que “o ensino básico atrai faculdades, fundos e até jogador de futebol”. O setor movimenta R$ 67 bilhões, mais do que a receita do ensino superior, de R$ 55 bilhões. É o que leva investidores a apostar em escolas de excelência. Elas já existem no Brasil, mas a proposta agora é outra. As crianças estão imersas na era digital, compatível com sua “circuitaria neuronal”. Daí a promessa de um ensino com vestimenta nova, que foque empreendedorismo, sustentabilidade, fluência digital como pilares de metodologias contemporâneas.  Leva-se em consideração a urgência de aquisição de novas competências e habilidades, levar a sério o arsenal de dons não cognitivos, calcados na porção socioemocional do aluno. A esperança é a de que os responsáveis por essa escola tão atrativa não se esqueçam das crianças vulneráveis, aquelas que não podem arcar com os custos dessa formação singular e privilegiada e realizem algo para reduzir o fosso entre os que podem e os hipossuficientes. Estes, infelizmente, ainda constituem a maioria nesta Nação tão desigual. Outra reflexão se impõe e, talvez, seja até mais oportuna. A tendência docente a enfrentar a 4ª Revolução Industrial com ousadia, audácia e criatividade já é detectada na Rede Pública Paulista. Posso testemunhar que o heroísmo do Magistério ousa e investe em fórmulas pioneiras, alcançando êxitos que não seriam imagináveis. Aprendizado eficaz não é privilégio da iniciativa privada. Com os recursos públicos, há maravilhas que justificam a crença de que ensinar é vocação, é missão e é carisma. Sem deixar de ser profissão. José Renato Nalini é secretário da Educação do Estado de São Paulo

As questões que envolvem as pessoas com deficiência vêm ganhando destaque nos últimos tempos no Brasil e no mundo. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU) somos quase 1,5 bilhão de pessoas com algum tipo de limitação física, mental ou sensorial em todo o planeta.  Esse é um número bastante significativo e que exige políticas e ações conjuntas que possam, de alguma maneira, melhorar a vida destas pessoas. Pensando nisso, a ONU estabeleceu o Dia Mundial de Luta da Pessoa com Deficiência, que iremos celebrar no próximo dia 3 de dezembro. No Brasil, os avanços ocorrem de maneira pontual e permanente. Há dois anos tivemos a promulgação da Lei Brasileira de Inclusão (LBI), um conjunto de medidas que deverão ser adotadas ao longo do tempo em nosso País, visando a uma inclusão social mais efetiva, estabelecendo normas de acessibilidade, regras para a educação e cultura, propostas de uma nova concepção de transporte adaptado e, acima de tudo, respeito para com os chamados “desiguais”. Há mais de 40 anos venho trabalhando para que o Brasil se torne referência na área de inclusão. Na Assembleia Legislativa de São Paulo já aprovamos leis importantes para o segmento, como a Lei da Acessibilidade, a criação de Comissão de Acessibilidade do Estado de São Paulo, a reservas de casas do CDHU para pessoas com deficiência e, mais recentemente, a isenção do IPVA também para deficientes não condutores, que são os cegos, deficientes mentais, intelectuais, autistas, síndrome de Down, entre outros casos. A todo momento temos de pensar seriamente em políticas efetivas de inclusão em nosso País. E isso inclui romper as barreiras físicas e atitudinais, combater o preconceito e a discriminação e promover a igualdade social. Governo e sociedade civil, unidos neste objetivo, certamente construiremos uma sociedade inclusiva, sustentável e mais humana para todos nós. Célia Leão Deputada Estadual – PSDB – SP Facebook: www.facebook.com/deputada.celialeao. E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Dentre os poderes da República, o Judiciário é o que goza de maior credibilidade. Mesmo com o descontentamento popular em face da morosidade dos julgamentos, dos erros cometidos pelos juízes e das desigualdades sociais no acesso à Justiça, o Judiciário é o guardião da sociedade. Ocorre que, devido à excessiva demanda de ações e a falta de estrutura, a cada dia a prestação jurisdicional eficiente e célere se torna uma quimera. O CNJ publicou o estudo “Justiça em Números”, dando conta que o Judiciário solucionou 27% das ações em tramite em 2016, não por desídia dos magistrados e sim pelos 79,7 milhões de processos ajuizados. É imprescindível a imediata utilização de mecanismos legais voltados ao descongestionamento do Judiciário sem afetar a qualidade e credibilidade nas soluções dos conflitos, sob pena de falência e descrédito deste operoso poder da República. O novo CPC contemplou em seu texto o instituto da arbitragem, regulamentado pela Lei 9.307/96 e atualizado pela Lei 13.129/15, ratificando o reconhecimento da Justiça Arbitral como soberana, já que não é possível a discussão meritória de suas decisões pelo Judiciário quando não houver vícios formais. Neste mês, o STJ deu um colorido maior à Arbitragem no Brasil aplicando-a no âmbito da administração pública, ao impor que cabe ao Tribunal Arbitral decidir conflito envolvendo a Agência Nacional de Petróleo (ANP) e a Petrobras, no Espírito Santo. A ministra Regina Helena Costa entendeu que: “Sempre que a administração contrata, há disponibilidade do direito patrimonial, podendo, desse modo, ser objeto de cláusula arbitral, sem que importe em disponibilidade do interesse público”. A discussão da questão pelo Judiciário fere “o propósito maior do instituto da Arbitragem, de meio de solução dos conflitos alternativo e precedente à discussão judicial, nesta nova era pontuada por múltiplos instrumentos de busca de pacificação social”. Ao lado das medidas despenalizadoras da Lei 9.099/95, a mediação, conciliação e arbitragem se firmam como soluções eficazes para desafogar o Judiciário e garantir celeridade e eficiência nos tempos vindouros. Cristiano Medina da Rocha Advogado e professor universitário E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. Facebook: medinaereisadvogados Instagram: cristianomedinarocha

Falta pouco mais de um mês para o final do ano e parece que, nesta época, aumenta a nossa corrida contra o tempo para realizarmos o que  programamos. Se o tempo parece diminuir, os gastos aparentam aumentar. São despesas com os presentes de Natal, o planejamento da ceia, a matrícula da escola do filho e os impostos que chegam em janeiro. Não existe simpatia e tampouco milagre para entrar em 2018 mais aliviado. O que existe é planejamento. Na Câmara não é diferente. O prefeito João Doria enviou a proposta de orçamento de São Paulo para 2018. Nós, vereadores, temos até 31 de dezembro para analisar o documento que trata do uso do dinheiro em políticas públicas. A receita prevista é de aproximadamente R$ 54 bilhões no ano que vem. No orçamento estão previstos recursos para Educação, Saúde e investimentos em novos equipamentos. Este valor será arrecadado por meio dos impostos, como IPTU e ISS, além de outras fontes, como o plano de desestatização. Em meu 3º mandato, trabalho direcionando recursos para a saúde, pois sei que é a área de maior urgência para a população. Não deixo de lado o esporte e a infraestrutura. Estamos falando de um planejamento para uma cidade com mais de 12 milhões de habitantes. Uma tarefa mais trabalhosa se compararmos com o orçamento pessoal ou familiar. Falando em orçamento familiar, ainda resta tempo de você colocar as contas no papel. Quem trabalha com carteira assinada pode contar com o reforço do 13º salário. Segundo especialistas, ele deve ser direcionado para quitar dívidas, principalmente financiamentos e parcelamentos de faturas de cartões e cheques especiais, pois os juros são altíssimos. O próximo passo é fazer uma reserva para os impostos do ano seguinte, como IPVA e IPTU, que são cobrados a partir de janeiro. Feito isso, analise os gastos da sua família com antecedência: muitas vezes você consegue bons descontos. Prefira sempre o pagamento à vista para não se endividar novamente em 2018. Saiba priorizar o que é realmente necessário! Programe-se, pois – como diz a música – dinheiro na mão é vendaval! Sandra Tadeu Vereadora (DEM) E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. Facebook: vereadorasandratadeu Instagram: @vereadorasandratadeu Site: www.sandratadeu.com.br

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Com a comemoração do Dia do Samba, em 2 de dezembro, nada mais justo que reverenciar uma respeitada personalidade do gênero e do mundo radiofônico e musical: Moisés da Rocha. Ferrenho defensor da cultura popular, está há quase 40 anos à frente do programa O Samba Pede Passagem, no ar desde 1978 pela USP FM. O protagonismo e simbolismo de Moisés da Rocha fazem de sua voz refinada e cadenciada a exaltação, por vezes, do estilo raiz da música, uma das heranças da cultura africana. Por outras, a potencializa à preservação do ritmo e à

A estação mais quente do ano se aproxima. Em 21 de dezembro, chega o nosso verão. Período de férias, descanso, viagens, época para aproveitar a família e os amigos com muita diversão. Mas no verão algumas doenças sazonais relacionadas ao sol e ao calor ficam em evidência, por isso não podemos descuidar da nossa saúde. São comuns os casos de pessoas que ingerem algum alimento que não caiu bem e tem, também, quem abuse do sol sem proteção. Você não vai querer estragar as tão esperadas férias, vai? Como médica, pesquisei algumas doenças que podem perturbar o nosso verão. As altas temperaturas fazem o nosso corpo perder líquidos e sais minerais, são cerca de 2,5 litros de água que normalmente perdemos por dia. Quando vai além desse número, ocorre a desidratação, que pode ser gerada pelo suor excessivo ou por uma intoxicação alimentar. A pessoa então sente muita sede, fraqueza, confusão visual e até desmaios. Por isso, lembre-se de ingerir muitos líquidos, consumir frutas frescas e usar roupas leves.

Desinformação e desqualificação. Essas foram afirmações da juíza substituta Rosimayre Gonçalves de Carvalho, da 14ª Vara Federal de Brasília para determinar a suspensão da propaganda do governo sobre a reforma da Previdência, que apresenta uma medida como importante para combate de supostos privilégios. A decisão foi liminar e inclusive já foi derrubada, mas serviu para demonstrar a real intenção do governo federal: manipular – como se estivesse num jogo de xadrez – as peças para aprovação do texto da reforma. A juíza que determinou a suspensão considerou a peça publicitária da União “ofensiva e desrespeitosa a grande número de cidadãos dedicados ao serviço público”. E a magistrada também considerou desinformação no anúncio, pois com a efetivação da reforma, haverá mais recursos para investimentos em outras áreas. Além disso a propaganda – enganosa – da equipe de Temer sequer explica quais as diferenças dos regimes. E o pior, não ataca os reais privilegiados quando o assunto envolve os cofres da Previdência, como os políticos e militares, que estão excluídos de qualquer mudança. A ação foi ingressada por diversas entidades. Entre elas está a Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Anfip) que sempre combateu com números e estudos a falácia do déficit da Previdência. O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, condicionou liberação de R$ 3 bilhões para os prefeitos em 2018 à aprovação da reforma da Previdência. Os cofres estão abertos para conquistar os deputados federais e seus partidos para a aprovação da reforma. Agora, porque não utiliza esses gigantescos volumes financeiros para acabar com o déficit atual da Previdência? Não, a equipe de Temer já escolheu o destino dos recursos: o financiamento político de partidos e deputados em prol da aprovação da reforma da Previdência. A reforma tem seu preço. E mais uma vez quem pagará esse milionário absurdo será o povo brasileiro. Continuaremos sem saúde pública, sem educação pública, sem emprego e ficaremos sem aposentadoria pública. Murilo Aith É advogado especialista em Direito Previdenciário e sócio do escritório Aith, Badari e Luchin Advogados

Localizado em uma área onde havia um antigo braço do Rio Tietê, o Clube Esportivo da Penha (CEP) completou, no último 1º de janeiro, 88 anos de idade, sendo um dos principais polos de lazer e recreação do bairro da Penha e da Zona Leste da cidade de São Paulo. A história da instituição se confunde com a do bairro já que moradores que faziam parte de um antigo clube da região, o Regatas da Penha, devido a divergências de ideais, resolveram fundar um novo clube. Assim surgiu o Esportivo da Penha. Intimamente ligado ao Rio Tietê, o clube durante muitos anos manteve suas piscinas, chamadas de cochos, junto às margens do rio. Somente a partir de 1953, com a retificação do traçado do Tietê, é que boa parte do charme do CEP foi deixado para trás. Sentindo a saída da maioria de seus associados, o Esportivo da Penha começou ainda na década de 1950 um projeto ousado para atrair de volta os associados e manter vivo o clube. Assim foram realizadas diversas campanhas que culminaram na inauguração do ginásio velho do clube e o parque aquático, além da intensificação de diversos esportes como boxe, atletismo, basquete e bocha. A partir da década de 1960 outras modalidades esportivas foram sendo introduzidas no CEP como o tamboréu, o tênis, o futebol, futebol de salão, patinação, vôlei e a malha. As atividades sociais e culturais também ganharam impulso com a construção do salão de festas, palco de memoráveis bailes para os moradores da Penha. Foi no Esportivo da Penha também que um dos maiores jogadores de futebol do Brasil surgiu. Walter Casagrande iniciou sua carreira nas categorias de base do clube. Logo depois se transferiu ao Corinthians, se transformando em um dos maiores ídolos do Timão. Hoje, como lembrança dos antigos tempos do Tietê, o clube mantém uma ilha que formava os antigos braços do rio, dos tempos que ainda não havia sido retificado. Everton Calício e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. Twitter: @calicio Facebook: www.facebook.com/memoriapaulistana

Ganhou repercussão na última eleição americana a grande profusão de notícias falsas e enganosas, geradas intencionalmente por um grande grupo de mídia para enganar e levar pessoas a tomada de decisões, baseadas em premissas falsas. Esta fenômeno, infelizmente, não está restrito aos irmãos americanos e ganhou contornos de grande escala com a utilização das redes sociais no mundo. A facilidade de produzir notícias sem a devida análise e torná-la sensacional, via de regra, leva ao erro e a reprodução irracional de mentiras nos meios sociais. Em grande escala, não existe resposta imediata para resolver esta situação, mas no médio e longo prazos a racionalidade social provocará o desinteresse no acesso e recebimento de informações destas fontes não confiáveis. O que podemos fazer para nos proteger?  Sendo mais cuidadosos naquilo que retransmitimos para nossos amigos das redes sociais, evitando veicular informações sobre as quais não temos perfeito domínio do conteúdo, da origem e da confiabilidade do emissor. Um bom exercício é questionar informações que consideramos duvidosas. Mas também cabe-nos esclarecer informações inexatas, ou seja, contribuir para o crescimento intelectual das pessoas. Crescem de forma exponencial as notícias falsas, enviesadas e maliciosas que encontramos: para anulá-las devemos abandonar os emissores, excluindo delicadamente dos contatos, evitando desperdiçar o valioso tempo. Sobretudo evitar as fontes que trabalham somente com ilações e suposições próprias sem apresentar a origem da obtenção das informações. Essas pessoas tendem, inclusive, a utilizar mídias como o Facebook, o qual ainda não tem um rigoroso controle sobre os conteúdos veiculados. No meio acadêmico, qualquer trabalho científico deve apresentar todas as fontes que foram consultadas, possibilitando a comparação entre aquilo entendido pelo avaliado e a mensagem do autor, não sendo raros os casos de profundas divergências entre elas. Portanto, sendo mais criteriosos  estaremos contribuindo para o crescimento intelectual de todos. Devanildo Damião Mestre e doutor em Gestão Tecnológica pela USP

Foto: titulo e credito

Opinião

A melhor qualidade do transporte sempre vai à contramão do aumento da passagem. A população paga elevada tarifa e convive com velhos problemas. E a perspectiva é ainda mais negativa com a privatização de linhas do Metrô pelo governo paulista.

A entrega das linhas 5-Lilás (Capão Redondo-Chácara Klabin) e 17-Ouro (Morumbi-Congonhas) não só representa o desprezo pelo patrimônio público e o risco de depreciação dos serviços, mas futuros custos aos usuários e Estado.

Dados revelam crescente descaso na privatização. A concessão ao consórcio Via Mobilidade ocorreu com valor muito abaixo do aplicado na construção. O Governo investiu R$ 7 bilhões e repassou as linhas por R$ 553 milhões, apenas 7,9% dos gastos, para exploração por 20 anos.

O Sindicato dos Metroviários e o Instituto de Defesa do Consumidor constatam que a vencedora lucrará muito. Além de operar sistemas prontos, poderá vender publicidade. Também denunciaram favorecimento no processo do leilão.

A Via Mobilidade é integrada pela CCR, que está em outras seis concessões em São Paulo: a linha 4-Amarela, Autoban, a ViaOeste, a NovaDutra, a SPVias e o trecho Oeste do Rodoanel. A Amarela, operada pela ViaQuatro, era a única privatizada e mais problemática.

Jacob Zuma presidente sul africano é pressionado para renunciar

 

Em comparação com as linhas operadas pelo Metrô, tem menos trens e apresenta lotação, lentidão e interrupção. Estatísticas apontam 446 falhas desde 2012, mais que nas linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha, mais antigas e extensas.

A linha Amarela tem 1,25 pane por quilômetro e 1,14 pane por trem em operação, enquanto a 1-Azul tem 1,12 e 0,57. A 2-Verde tem 1,22 e 0,81 e a 3-Vermelha, 1,22 pane por quilômetro e 0,67 pane por trem. O fluxo de usuários foi de 170,3 milhões, em 2012, para 200,4 milhões, em 2016, um aumento de 17%.

Mas o dinheiro à ViaQuatro subiu 58%, três vezes mais, de R$ 261,6 para R$ 415,6 milhões, e o Governo não repassou R$ 1,1 bilhão ao Metrô entre 2011 e 2015. Como se vê, privatização não é sinônimo de redução de custo e melhor serviço à população.

Edmilson Souza

Professor de História, Educador e vereador em Guarulhos
Facebook: vereadoredmilson souzasantos / E-mail: edmilson Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

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